Reviver realiza 1º Seminário Tático Operacional

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Participantes do evento/Fotos: Marcos Borges/Ascom Compajaf
Durante dois dias os funcionários da Reviver Administração Prisional Privada LDTA, estiveram participando do 1º Seminário Tático Operacional do COMPAJAF. O objetivo do evento foi reciclar e preparar os colaboradores para eventuais momentos de crise, que por ventura surjam na unidade prisional.

O evento foi aberto pela gerente executiva da Reviver, Jirlene Gomes que enalteceu a importância dos ensinamentos passados pelos palestrantes. Uma vez que, tanto a parte teórica do evento, quanto à parte prática dos exercícios, visaram situações de extremidade nas medidas de contenção e evacuação.

 

O diretor do Complexo Penitenciário Advogado Jacinto Filho, Antonio Ricardo Manhães foi um dos palestrantes e tratou do tema “Plano de Contingência”. Que lida desde problemas como greves de fome de um interno, há rebeliões, onde envolvam reféns. Situação considerada como mais crítica pelos agentes de segurança. “Tanto nós que fazemos parte do quadro diretivo, e que representamos o Estado, enquanto instituição, como os agentes de disciplina necessitamos estar preparados para o pior. Mesmo que intimamente este pensamento não seja o desejado”, justificou Ricardo Manhães.

 

De acordo com o gerente Operacional da Reviver, Balbino Oliveira, tais táticas de treinamento são consideradas cruciais para que o nível de segurança na unidade máxima seja mantido inabalado. Balbino Oliveira explicou que mesmo sem qualquer evento de natureza negativa sido registrado, a reciclagem é parte do aprimoramento natural, considerado padrão na Reviver.

 

O diretor presidente da Reviver Administração Prisional Privada LTDA, Odair Conceição lembrou que um dos principais diferenciais do serviço prestado no Sistema de Co-Gestão com o Governo do Estado, tanto no COMPAJAF, quanto nas demais unidades administradas pela empresa, é o alto padrão de qualidade no atendimento, além da estrutura, considerada um dos melhores do país. “Desde nossa fundação em 2002, jamais tivemos qualquer registro de fuga, um dos problemas mais freqüentes no sistema prisional brasileiro. E muito disto, se deve ao preparo e ao trabalho desempenhado por nossos colaboradores”.

 

Fonte: Ascom Compajaf

 

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