Roberto Baldo Cunha

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Breve histórico

Roberto Baldo Cunha, advogado desde 1986. Formado pela Faculdade de Direito da Universidade de Passo Fundo/RS em 1984. Doutorando na Sorbonne – Paris/França, em Direito Constitucional. Pós Graduação em Direito Constitucional, Comercial e Processual Civil. Ex-professor da Faculdade de Direito Tiradentes/SE. Procurador do Município de Pedra Mole/Se e do Conselho Regional de Odontologia/Se. Milita nas áreas de Direito Civil e Comercial. Casado com Helena e pai de Roberta Baldo. Presidente do Rotary Club de Aracaju Norte. Participante da Sociedade de Advogados, BISPO, VIEIRA, PORTO, BALDO, ÁLVARES – BVPBA, nesta Capital. “

 

Motivos para concorrer à vaga

“Quero levar ao poder judiciário a visão do advogado e absorver a visão daquele Poder, facilitando o diálogo entre a classe dos advogados e o Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe, beneficiando  a sociedade como um todo, para que ao aplicar o direito se faça justiça, cumprindo assim com o objetivo da criação do próprio poder judiciário, além de representar legitimamente os advogados na vaga do Quinto Constitucional, pelo voto de meus pares. Já que a minha visão de advogado militante favorece a localização de pontos que são essenciais para o melhor sintonia entre o Judiciário Estadual e os advogados que constitucionalmente são essenciais a realização da Justiça. Nesses mais de 20 anos militando na advocacia, sinto que estou maduro para levar minha experiência e contribuir com a busca da Justiça plena em uma nova fase de minha vida. Estamos neste mundo de passagem e temos que dar o melhor de nós sempre não temendo novos desafios, pois sobre nós repousa a mão de Deus”.

Perspectivas e projetos caso seja eleito

“Entendo que o primeiro passo deve ser a desmistificação da idéia de que a Justiça somente atende os interesses das classes mais privilegiadas, demonstrando ao cidadão comum que o Poder Judiciário atende a todos indistintamente. E os meios de comunicação poderão prestar um excelente auxílio para tal. Também acredito que a capacitação melhor dos serventuários da Justiça, com melhores vencimentos, além de uma logística de trabalho que seja sincronizada ao público em geral bem como aos operadores do Direito dignificará tanto os servidores quanto os que acorrem ao Judiciário para apresentar suas demandas, “azeitando a máquina” Judiciária beneficiando a todos, pois com a minha experiência de longos anos na advocacia posso ser porta voz da minha classe, dos advogados, mostrando quais as dificuldades que sentimos no dia-a-dia forense e o que é possível ser melhorado sem causar prejuízo a quem quer que seja, e, ao contrário, todos serão beneficiados”.


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