Seguro-defeso: movimento tranquilo na colônia

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Pessoas esperam pelo atendimento do lado de fora
Nesta quinta-feira, 14, penúltimo dia para o pagamento do seguro-defeso, a movimentação na Colônia dos Pescadores foi tranqüila. A previsão, segundo a presidente da Colônia, Edna Maria dos Santos, é de que todas as pessoas que compareceram ao local sejam atendidas ainda nesta quinta.

“Como hoje o número de pessoas está menor, eu acredito que dê para atender todo mundo. Até agora, eu não vi ninguém reclamando da demora ou do atendimento”, afirma Edna. A marisqueira Viviane dos Santos corrobora com a afirmação de Edna e diz que não há nada do que reclamar. “Já teve dias piores aqui, em que as filas faziam voltas do lado de fora, hoje o movimento está menos intenso”, conta.

Viviane diz que movimentação já esteve pior
Já a marisqueira Sandra Brito, reclama que o atendimento é lento e que é preciso esperar muito tempo para ser atendido. “Tem que ter a paciência de sentar e esperar”, diz. “Mas até que hoje está mais tranqüilo, porque tem dias que tem mais de 500 pessoas para receber o pagamento”, conta.

As pessoas que não comparecerem à Colônia até amanhã, 15, ficarão sem receber o benefício. “O Ministério do Trabalho deu tempo suficiente para realizar todos os agendamentos. Geralmente, o pagamento começa no dia 1º de dezembro, mas esse ano começou até mais cedo, no dia 6 de novembro”, diz Edna Maria.

Sandra reclama do atendimento lento
Seguro-defeso

O benefício é pago na época do defeso do camarão, quando os pescadores que trabalham com esse tipo de marisco ficam impossibilitados de pescar. O intuito do defeso é ajudar a garantir a preservação de espécies ameaçadas no litoral brasileiro, como o camarão.

Os profissionais vão até a Colônia dos Pescadores, agendam uma data para levar os documentos e recebem o dinheiro 30 dias depois. O valor pago pelo Ministério do Trabalho é correspondente a um salário mínimo, R$ 465, dividido em duas parcelas.

Por Carla Santana

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