Sequestro de mulher vira a madrugada

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(Fotos: Portal Infonet)
O cárcere privado da vendedora Cristielane Caetano Mota Santos, 21 anos, mantida refém pelo seu marido José Elígio Tavares, 24 anos, sob a mira de um revólver calibre 38 se estendeu durante a madrugada desta terça-feira, 19. O crime já dura mais de 21 horas. Apesar disso o clima na Rua Tenente Quaranta, bairro Suíssa permaneceu tranquilo. A estratégia da polícia é vencer Elígio pelo cansaço e uma ação da polícia no sentido de invadir a casa número 1809, localizada em uma vila na mesma rua a priori está descartada.

À 1h20 da madrugada o coronel Luiz Fernando, do gerenciamento de crises da polícia substituiu o capitão Marcos Carvalho que é um dos negociadores ao lado do delegado Everton Santos.

Especializado no gerenciamento de crises o coronel Luiz Fernando da polícia comentou a situação.

Coronel Luiz Fernando
“A Cristielane está cansada como qualquer pessoa estaria, mas o ferimento em sua perna tratada, a bala não se alojou e curativo estancou o sangue. O Elígio pensou em trocar a vítima pelo sogro, mas esse tipo de procedimento não é indicado porque não podemos pesar vidas. O cansaço vai chegar com o tempo e é por isso que a gente insiste nessa estratégia de conseguir a rendição dele”, diz.

Às 03h25, Valderez Mota que é tia de Cristielane entrou na casa para conversar com Elígio e ver como estava a situação. “Eu falei com ele e pedi para ficar no lugar da dela, mas não foi possível”, destaca.

A reportagem do Portal Infonet esteve no local durante toda a madrugada e continuará de plantão trazendo todas as informações do caso ao longo do dia.

Por Bruno Antunes

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