Sequestro termina em morte

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O tenente coronel Adolfo elogiou a atitude do tio da vítima Foto: SSP
Um domingo de páscoa de pânico para um jovem casal de namorados que foram abordados e sequestrados por um homem nas proximidades do Rio Poxim, no fundo de um restaurante de comida oriental, localizado na zona sul da capital sergipana.  De acordo com o coronel Adolfo o casal estava dentro do carro em uma praça quando o sequestrador saiu do Rio Poxim e ameaçou os jovens com um revólver. O fato aconteceu por volta das 23h.

O número frequente de sequestros e a insegurança dos sergipanos foi mostrada pelo Portal Infonet.

Segundo o coronel os jovens contaram que o sequestrador estava muito nervoso e a todo o momento ameaçava matar o casal. Com sinais que estava drogado o homem pediu para ser levado para a casa do jovem que conseguiu conter a ação do bandido dizendo que a mãe sofria de problemas cardíacos.

O bandido ligou para o tio da vítima e pediu R$ 5 mil para resgatar o casal. Neste momento o coronel Adolfo conta que o tio ligou imediatamente para a polícia que orientou o homem a negociar apenas R$ 1 mil. O bandido aceitou e os policiais do Batalhão de Choque e do Comando de Operações Especiais (COE) foram até o local determinado para tentar resgatar o casal. O sequestrador trocou tiros com a polícia e morreu.

O desfecho aconteceu por volta das 2h da madrugada desta segunda-feira, 5, mas as vitimas ficaram rodando com o bandido na região do Santa Maria e Aloque. “As vitimas contaram que a intenção do sequestrador era arrumar outros compassas para ajudar no crime, mas ele não conseguiu”, conta o coronel.

Coronel Adolfo lembra que a atitude do tio de uma das vitimas salvou a vida dos jovens. “Ele fez o que todos devem fazer quando estiverem em uma situação de perigo. Os policiais são treinados e impediram que algo acontecesse com o casal”, diz.

Até a manhã desta segunda-feira, 5, o corpo do sequestrador permanece sem identificação no Instituto Médico Legal (IML). Segundo a polícia o bandido aparenta ter entre 20 e 25 anos.

Por Kátia Susanna

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