Sergipana opina sobre os tumultos na França – I

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Estudante de turismo na Universidade de Sorbonne, a sergipana Cynthia Alves é uma observadora atenta dos acontecimentos que abalaram a França nos últimos dias. Filha do jornalista Milton Alves, chefe da Secom da Prefeitura de Aracaju, Cynthia, a nosso pedido, fez um apanhado do que ocorre por lá.

“Como sergipana e brasileira, vejo que essa situação pode acontecer em qualquer país, seja ele rico ou pobre. Porém, serviu para mostrar aos franceses e ao mundo que o sistema social desse país precisa de reformas urgentes e que, de certa forma, esses acontecimentos tiraram um pouco o ‘glamour’ e a ilusão de perfeição que as pessoas têm sobre a França, e, principalmente, Paris”.

E ela continua. “Por outro lado, a mídia internacional aumenta a gravidade da situação e, tanto eu, como meus colegas da Sorbonne, ficamos surpresos quando, de um dia para o outro, recebemos várias chamadas de mães e familiares aflitos, querendo saber se tudo estava bem e se estávamos protegidos dos ‘atentados’ porque, da forma como a notícia está sendo passada, parece que a França está em plena guerra”.

Por Ivan Valença


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