Servidores públicos devem paralisar serviços por 72h

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Paralisação depende da resposta do Governo do Estado (Foto: Portal Infonet)

Sem resposta do Governo do Estado, os servidores públicos prometem realizar uma paralisação de 72h ainda este mês. Na manhã desta quarta-feira,9, representantes de movimentos sindicais se reuniram para discutir sobre o ‘Ato de Protesto e de Advertência’, que ocorreu no último dia 03 de setembro. As categorias esperam uma resposta do governo até o próximo dia 11 deste mês, sobre a negociação unificada.

De acordo com o Secretário do Sindicato dos Médicos de Sergipe (Sindimed), Carlos Spina, cada sindicato irá deliberar sobre os dias de paralisação, que só deve ocorrer depois da resposta do governo. “Hoje a gente vai reunir todos os sindicatos que participaram do ato no dia 02 no Palácio para deliberar sobre as próximas atitudes que o movimento deve tomar. Entregamos um ofício para que no dia 11 tenhamos uma resposta do governo, uma definição efetiva sobre os servidores, para que tomemos outras posições. O governo deixa de lado os servidores e com isso temos essa dificuldade para tomar decisões”, reclama.

Ao todo, segundo Spina, cerca de 23 sindicatos devem participar do movimento. “Temos pensado na pauta de paralisação de 72 horas nos dias 22, 23 e 24 de setembro. Cada sindicato vai decidir com sua base, a partir do dia 11. Depende da posição que o governo possa tomar”, explica.

Reajuste inflacionário

Da pauta unificada, os servidores apresentaram cinco itens. Reposição inflacionária, cumprimento dos acordos dos Planos de Cargos e Salários (PCCVs) e subsídios; piso dos professores; transparência nas contas públicas e contra o parcelamento dos salários dos servidores.

Partcipam do movimento, as centrais sindicais CTB, CUT e Nova Central Sindical, além dos sindicatos Sindifisco, Sintasa, Sindipen, Sindconam, Sinpol, Sintrase, Seese, Sinpsi, Sindimed, Adepol, STERTs, Senge, Sinter/SE, Sindijor, Sindijus, Sintese, Sindetran, Sindasse, Sindisan, Sinditic, Sindinutrise e Sintradispense.

Governo

Através de sua assessoria, o Governo do Estado informou que não irá se pronunicar sobre o assunto.

Por Eliene Andrade

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