SMTT quer uma saída pela Avenida da Explosão

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Na tentativa de encontrar melhorias para o escoamento do trânsito da cidade, o Superintendente da SMTT, dr. Antônio Samarone, imaginou dar prosseguimento à Avenida Edézio Vieira de Melo. É que esta acaba no encontro com a Avenida Rio de Janeiro. Bastaria uma pequena passagem sobre os trilhos da antiga Leste Brasileiro, hoje Ferrovia Centro Atlântica, para que os carros dobrassem à esquerda, bem em frente ao Estádio do Sergipe.

 

Uma medida simples, rápida e barata, mas talvez de grande efeito para o trânsito da cidade, porque aliviaria o fluxo de veículos da Rua Nestor Sampaio, carregada de carros e sem ruas alternativas. A resposta da Ferrovia foi uma ducha de água-fria: não, não, não. Ela não permite que haja essa passagem de nível, embora o trânsito ferroviário pelo local seja o mínimo possível. Agora, a SMTT estuda a possibilidade de recorrer a Justiça.  

 

De fato, a SMTT precisa encontrar alternativas para o fluxo de trânsito. Hoje, chegam às ruas da cidade nada menos que 1.200 carros por mês. Vai chegar a um ponto que o trânsito estrangula. As ruas não são de elástico para ficar mais largas. Logo, a saída é encontrar meios de encontrar ruas alternativas. Na direção da Avenida Francisco Porto, para quem vem da Rua Guilhermino Rezende, no bairro Salgado Filho, a opção que se estuda no momento é mudar a mão única da Rua Joventina Alves: ou fazê-la mão dupla ou mão única no sentido inverso de hoje.

 

Por Ivan Valença

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