Snooze: “uma simples questão de sonoridade”

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Nesse sábado, a partir das 22 horas, no Espaço Emes, a banda sergipana Snooze estará lançando o seu segundo CD – “Let my head blow up” – que vem sendo fomentado há quatro anos. O CD conta com oito faixas inéditas gravadas em estúdio e com mais sete faixas ao vivo com excelente qualidade de gravação. Em visita à sede da InfoNet, onde concedeu entrevista exclusiva ao Portal InfoNet, os integrantes Clínio Júnior e Mauro Spaceboy falaram um pouco sobre a festa de lançamento e os movimentos de garagem na capital sergipana. PORTAL INFONET – Quando surgiu a banda e quem são os integrantes? SNOOZE – Surgiu em 1992 com Fabinho e Rafael, que são irmãos, e Guilherme e Daniel. Na verdade a Banda surgiu de uma brincadeira, tirando som, tocando na garagem, que é um movimento muito grande no cenário independente. INFONET – Vocês poderiam falar um pouco do show de lançamento do CD? SNOOZE – A festa de lançamento contará com a volta da Banda Fluster, que também é daqui de Aracaju e que conta com uma nova formação e uma nova proposta musical. A Lacertae também estará participando. Ainda no show, estaremos com um stand de vendas da Short, que estará com o nosso CD, produzido em parceria por duas gravadoras, a Short Records e a Monstro Discos. INFONET – Vocês já tocaram no Nordeste inteiro. O que vocês têm a dizer das participações em festivais? SNOOZE – Já tocamos no Nordeste inteiro, menos em São Luiz/MA. Tocamos também no Rio de Janeiro e São Paulo – Sorocaba, no Festival Circadélica, promovido pela banda paulista Wry que hoje está em Londres. Nossa participação foi basicamente em festivais pequenos, onde as bandas podem trocar informações e fazer um intercâmbio, ou seja, nós tocamos lá e eles tocam aqui. Por mais que a gente diga que o Movimento de Garagem é grande, na verdade, ele ainda é pequeno. INFONET – Mas o movimento das bandas de garagem anda descobrindo muitos talentos musicais. O que vocês têm a dizer das demais bandas sergipanas – o que andam produzindo? SNOOZE – Bem, nós observamos que essas bandas tocam muito cover, utilizam muitas musicas que não são delas. Por isso não deveriam nem ser chamado de movimento, porque são bandas que são chamadas para tocarem cover em bares. Elas estão acabando com um movimento que está surgindo aqui em Aracaju. Existem artistas musicais aqui que são muito bons como a Vitais, Karne Krua, Warlord, Lacertae, Fluster; Henrique Teles e Maria Scombona, Naurêa, Nino Karva, Alex Santana, e nós temos quase certeza que todo esse pessoal também critica esse tipo de movimento. Na verdade falta espaço para a gente tocar aqui em Aracaju, porque essas bandas tomam o lugar. Não querendo dizer que não são boas. INFONET – Por que vocês só cantam em Inglês? SNOOZE – Essa é a proposta musical da banda. Nos acostumamos a tocar inglês e continuamos. Nós achamos que música independe de língua para ser compreendida, já que a gente dá mais importância à melodia. A gente não faz uma coisa sistematizada. A Snooze é uma banda espontânea. É uma simples questão de sonoridade, mas nada impede que depois a gente vá cantar em Português. Maiores informações sobre a Snooze com a assessora de imprensa Maíra Ezequiel, pelos telefones (0xx79) 243-2981 / 9978-9752 ou ditetamente no site da banda www.snooze.com.br.

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