Segundo o presidente da cooperativa de táxi, Antônio Fausto de Matos, José Francisco não sabia o que estava transportando. “Ele apenas levou uma encomenda, como todas as outras que transportamos. Nós não abrimos para saber o que é. No caso dele eram apenas alimentos que deveriam ser entregues na penitenciária”, relatou. O presidente também explicou que o taxista recebeu a quantia de R$ 6. “O valor que foi cobrado pelo taxista foi o valor que cobramos para fazer entregas que estão dentro do percurso da viagem. Ele não foi pago para entregar drogas, até porque é um homem de bem”, pontuou Antônio. Segundo Cosme, o taxista realizou a entrega e seguiu viagem até Itabaiana, onde depois de um tempo recebeu uma ligação da esposa, comunicando que ele havia recebido uma intimação. “A prova de que ele é inocente, é que quando foi intimado ele compareceu ao presídio sozinho, sem advogado sem nada. De lá ele já foi encaminhado para a Delegacia de Itabaiana e agora está aqui na de Homicídio”, relatou Cosme. Inconformados Os manifestantes ficarão em frete à Delegacia, onde uma comissão de cinco pessoas irá tentar conversar com o delegado. “Nós queremos entender porque não houve uma investigação. Ninguém esteve no ponto de táxi para saber se alguém presenciou o fato. Porque não procuram saber do detento quem foi que mandou os alimentos? Se estamos aqui nos envolvendo é porque sabemos que este homem é uma pessoa de bem”, finalizou o presidente do sindicato dos taxistas.
Taxistas fizem manifestação na manhã desta sexta-feira, 15, em frente à Delegacia de Homicídios, no bairro Orlando Dantas. Eles protestaram contra a prisão de José Francisco dos Santos, 40 anos, acusado de levar drogas para o presídio de Areia Branca dentro de alimentos na última terça-feira, 12.
Taxista se reuniram em frente a Delegacia de Homicídio
No momento do frete, 21 taxistas estavam presentes no ponto, dentre eles Cosme Andrade Passos que informou que qualquer um dos taxistas poderia ter feito a entrega. “Chegou um rapaz com as sacolas e perguntou qual carro sairia primeiro, então informamos que era o de José Francisco. Esse homem perguntou qual o valor da entrega e escreveu o nome do detento na sacola e mandou entregar na portaria”, explicou. Presidente da cooperativa de taxi
Familiares do taxista também estiveram presentes na manifestação na tentativa de conseguir falar com o acusado. “Estamos aqui sem contato desde a terça-feira, quando ele foi preso. Ele não bebe, não fuma é um homem de bem e nunca teve nenhum envolvimento com nada de errado”, comentou a cunhada Genalva Santos. Filha do taxista preso estava incoformada
Por Alcione Martins e Carla Sousa
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