Taxistas se agridem no Aeroporto

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Antonio Marcos: queixa contra clandestino (Foto: Portal Infonet)

Sempre existiu o conflito entre os taxistas bandeirinhas e aqueles integrantes da Cooperativa de Taxi do Aeroporto de Aracaju (Contaju) na disputa por clientes que desembarcam na capital sergipana. Mas na madrugada desta quarta-feira, 1º, o cenário se transformou em verdadeiro ringue. Nesta disputa, três taxistas trocaram socos no aeroporto e acabaram assinando termo de retratação na Delegacia Plantonista, conduzido pelo delegado Wellington Fernandes Rogério.

Um dos taxistas, o bandeirinha Gladston Honorato Santos, sofreu lesão leve no pulso e os outros dois, Sérgio Santos e Apolinário Semeão, ambos da Cooperativa, também foram atingidos por socos, sem lesões aparentes. “Houve agressão mútua e não temos condições de identificar quem efetivamente é vítima nesta circunstância”, informou o delegado Wellington Fernandes. Os três taxistas entraram em acordo de paz, não tiveram interesse de dar prosseguimento à ação judicial e os procedimentos foram arquivados pelo delegado de plantão.

Outras brigas
No Terminal Rodoviário José Rollemberg Leite há também desavenças entre taxistas e aqueles motoristas que pegam passageiros por conta própria, classificados como clandestinos. O defensor de táxi Antonio Marcos dos Santos esteve no Instituto Médico Legal (IML) na manhã desta quarta-feira, 1º, para se submeter a exame de corpo de delito, declarando-se vítima de agressão supostamente praticada por um ‘clandestino’.

Antonio Marcos revelou que fora espancado duas vezes na rodoviária nova, como é conhecido aquele terminal de passageiros, por um homem identificado como Helenilson Batista Santos, que atende pelo apelido de Chapolin. O defensor garante que Chapolin é motorista clandestino. “Ele tem raiva de mim porque foram dizer a ele que eu estava denunciando a clandestinidade dele na SMTT”, disse o defensor em conversa com o Portal Infonet.

Ele informou que o acusado teria aplicado um soco na sexta-feira passada, 27 de maio, e que nesta terça-feira, 31, o acusado voltou a lhe agredir. “Ele me pegou, me trancou no banheiro e me encheu de murro”, contou. Ao contrário dos três taxistas do aeroporto, Antonio Marcos pretende dar sequência ao processo judicial. Ele já apresentou duas queixas na Delegacia Plantonista contra o suposto clandestino Chapolin.

O Portal Infonet não localizou Chapolin e se coloca à disposição do acusado para que ele possa apresentar a versão dele.

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