Turistas invadem Aracaju para o verão

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Os problemas no sistema aéreo brasileiro não tiraram o fôlego da rede hoteleira, mas atrapalharam os planos de alguns turistas de vir a Aracaju. As reservas para o período de Reveillon, Pré-Caju e Carnaval já estão quase completas. Alguns hotéis já não têm mais vagas. O mesmo acontece com os bares que oferecem a festa de Reveillon na Orla de Atalaia, onde as mesas já estão quase todas vendidas.

O Hotel Parque dos Coqueiros não tem mais vagas de reservas para o Reveillon e Carnaval, mas tem algumas para o Pré-Caju. No entanto, a crise do sistema aéreo pode trazer transtornos e mudar os planos de alguns turistas. O hotel já chegou a perder 45% das reservas no auge da crise, mas agora já se vê uma calmaria. Com lotação de 260 pessoas em 114 apartamentos, a diária está em R$205. Para comemorar a passagem de ano o hotel realizará sua tradicional festa de Reveillon.

No hotel Águas Marinhas a situação é parecida. O tempo de estadia média dos turistas para o verão é de quatro dias, chegando a uma semana no Reveillon. O hotel já está com todos os 33 apartamentos preenchidos para essa semana, e faltam poucos para o Pré-Caju.

Nos restaurantes da orla a procura pelas festas de Reveillon tem sido intensa. “O Reveillon nos bares da orla viraram tradição aqui em Aracaju, e esse ano não vai ser diferente”, comenta Lealdo Feitosa, dono do Teimonde Scotch Bar, que já está com as mesas quase todas vendidas. No bar Coqueiral, as 140 mesas, pelo preço de R$250 cada, também já estão quase fechadas. A casa realizará uma noite de shows.

Kitesurf

Carlos Junior, manobrando no Kite nas praias da orla
Um esporte que tem atraído a atenção dos turistas em Aracaju é o Kitesurf. Por ter as condições ideais de vento, e a praia limpa de obstáculos, a cidade se tornou point da prática do esporte. No estacionamento da Passarela do Caranguejo se encontra o refúgio de alguns praticantes e da escola de kitesurf. Carlos Junior, 18, é um dos adeptos à modalidade e também instrutor da escola.

“Muitos turistas procuram por curiosidade e acabam se apaixonando. É completamente diferente do surf, porque você não tem que esperar onda. Você ‘surfa’ o tempo todo”, comenta o esportistas que começou no kite há dois anos. A escola trabalha com os cursos básicos de dez horas, durante alguns dias. Os instrutores passam as noções de como velejar com a prancha. “Você tem que ter as orientações básicas para não acontecer nenhum imprevisto”, comentou o instrutor. Interessados podem procurar Rodrigo Cardoso, mais conhecido como Sprite no telefone (0xx79) 9988-8400.

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