Vigilantes podem paralisar as atividades na segunda, 17

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 Os vigilantes reivindicam o pagamento de 30% de adicional de periculosidade (Foto: Arquivo Infonet)

Os vigilantes podem paralisar as atividades na próxima segunda-feira, 17. A decisão foi tomada em reunião com a direção do sindicato nesta terça-feira, 11, devido ao descontentamento dos trabalhadores com a proposta apresentada pela classe patronal.

Segundo os vigilantes, a proposta oferecida foi de um piso de R$ 730 com previsão de reajuste para dezembro de 2014 mais desconto de 10% em cima do ticket alimentação que corresponde a R$ 80 reais.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Vigilantes (Sindivigilantes), Reginaldo Gonçalves, os trabalhadores pedem uma nova contraproposta. “Quinta-feira [13]  ia ter outra reunião, mas não adianta porque essa proposta já foi apresentada a assembleia e não adiantou nada, porque não avança. Esperamos que eles nos encaminhe uma nova proposta até a sexta-feira [14]. Já avisamos aos patrões e a única área que vamos preservar será a saúde, mas os serviços nos bancos e carros fortes serão suspensos”, diz ao acrescentar que aguarda a apresentação de uma nova contraproposta até a sexta-feira, 14.

Os vigilantes pedem o pagamento de 30% de adicional de periculosidade em cima do salário base que é de R$ 678, mais R$ 300 de ticket-alimentação.

Na próxima sexta-feira, dia 14, os vigilantes se reúnem em assembleia a ser realizada as 19h na sede do sindicato na rua Rio Grande do Sul.  A reunião servirá apenas para reafirmar a realização da paralisação.

Sindesp

A equipe do Portal Infonet entrou em contato com o presidente do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de Sergipe (Sindesp), Marco Aurélio Pinheiro, que esclareceu que esse é o momento mais inoportuno para os vigilantes fazerem uma paralisação e eles deveriam se preocupar pelos motivos aos quais estão perdendo as armas para os marginais.

Ele ainda acrescenta que Sergipe é um estado pequeno e não suporta o aumento do reajuste pedido pelos vigilantes que é de 78%, bem como mais de 7 mil trabalhadores estão sendo prejudicados pela atitude dos vigilantes que insistem em paralisar os serviços.

Por Aisla Vasconcelos

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