Violência na Barra: delegado começa a ouvir testemunhas

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Delegado Frederico Muricy: "A mãe da vítima é uma marisqueira conhecida" (Foto: Arquivo Portal Infonet)

O delegado da Barra dos Coqueiros, Carlos Frederico Muricy, já ouviu seis pessoas no inquérito que apura o caso de violência contra uma moradora de rua do município. A moça [aparentando ter 30 anos] que pode ter sido estuprada continua em estado gravíssimo na Ala Vermelha do Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), ainda sem identificação. Já há um suspeito pelas agressões.

“Já foram ouvidas seis pessoas, pessoas da rua em que ela frequentava. A princípio não conseguimos nenhuma testemunha ocular, mas já há um suspeito. Já localizamos a família, inclusive a mãe dela é uma marisqueira conhecida aqui na Barra. Vamos conversar com ela para identificar a vítima”, informa o delegado confirmando que a mulher, era moradora de rua, apesar de a família possuir residência fixa.

O delegado disse ainda que a hipótese de estupro [por meio da introdução de um cano na vagina] somente poderá ser confirmada após a conclusão do laudo técnico. “Vamos aguardar o andamento das investigações que ainda são iniciais e o laudo pericial para saber mais detalhes quanto aos maus-tratos e atos libidinosos”, diz.

A vítima foi encontrada desacordada em uma casa abandonada há mais de dez anos no conjunto Prisco Viana, na Barra dos Coqueiros.

Na assessoria de Comunicação do Hospital de Urgência de Sergipe, a informação é de que a mulher deu entrada na Ala Vermelha, no último sábado, 7, e “continua sem identificação e com o estado de saúde gravíssimo”.

Por Aldaci de Souza

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