WhatsApp libera transferência de dinheiro para usuários brasileiros

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O recurso será disponibilizado gradativamente para os brasileiros (Foto: Pixabay)

O WhatsApp lançou uma nova atualização nesta terça-feira, 4, que disponibiliza aos usuários a função de transferir dinheiro entre contatos dentro da conversa e sem cobranças adicionais. Nas redes sociais, o assunto repercutiu e gerou comentários que mencionam um receito quanto ao aumento de golpes com essa nova ferramenta.

De acordo com as informações divulgadas pelo WhatsApp, é possível adicionar um cartão de débito, um cartão múltiplo com função débito ou um cartão pré-pago emitido por um dos 9 bancos participantes para enviar e receber dinheiro.

O aplicativo garante que transação é segura e explica que usuário usará o PIN do Facebook Pay ou a biometria do celular para aprovar todas as transações de envio de dinheiro. Ainda segundo o aplicativo, os dados do cartão são protegidos com criptografia, conforme os requisitos do PCI, e por diversas camadas de segurança.

Os comentários foram encontrados no Twitter (Foto: Arquivo Infonet)

Alguns bancos, incluindo os digitais, já confirmaram a parceria com a nova função do WhatsApp para os clientes que possuem cartões de crédito ou débito. No entanto, as transferências só estão disponíveis para usuários acima de 18 anos de idade.

Repercussão

O envio de dinheiro via WhatsApp repercutiu positivamente em todo o país, mas também gerou receio para quem considera o aplicativo uma rede social sem segurança. “O tipo de notícia que mais me assusta do que deixa empolgada”, “e vamos de triplicar os golpes” e “agora vai poder fazer transferência pelo WhatsApp, se sem transferência já hackeam as pessoas, imagina se tiver transitação de dinheiro”, foram alguns dos comentários feitos por usuários em redes sociais.

O novo recurso está sendo liberado para os brasileiros de forma gradativa. Quem ainda não recebeu  a atualização, deverá ter acesso nas próximas semanas. Até o momento, as transações só funcionam entre pessoas físicas e o Banco Central está avaliando se o recurso será liberado para negócios e clientes.

Por Isabella Vieira e Verlane Estácio

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