Aflição Mágico-poética – Gustavo Aragão

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A todos que estão acostumados com tudo dentro dos padrões exigidos digo, com toda a sinceridade do meu coração, não leia este pó ema. Pois vão se chocar. Agora, àquelas pessoas que estão dispostas a tombar com o novo, a respeitar as diferenças, a respeitar e admirar um ritmo inusitado, as portas estão abertas. Convido, pois, você a se deliciar com o universo caótico do poema a seguir…

 

Aflição Mágico-poética

 

M℮thaphor@ /i /nxuta

Palavra ABS trata ê/z/ata

Ingrata, in cõma dêxa a alma

 

Sinnal divino q se esmaece

En tempos a – tu – ais como o okaso

que nu horizõte si desfaz.

Komo pensá-lo em dias a – tu – ais?

PéTrarKA, Drummõd, adureN, Pêsôa, y aghora?

Y aghora Kabra/u/ d /i/ Mel oneto, Bãdêra…?

 

Ah navalla d/u/ tempo kortha

A pah  lavrrra que

Puxa, repuxa y faz algo nôv/u/

Numa sintês/i/ total,  rika em sentidos.

 

É preciso pensá-lo sob um prisma diferént?

Que tal, Sibérnetico, Simétrico, Sintético?

100 dêxar cair o pó ético dest’arte, cõ certeza.

 

Stēla aurea dalma eumana meloidikás

Que en seu ventre Krrega o mundo.

Não s/i/ vá pelo tempo sumindo

Ainda és 1 registro do que inda resta de humanidade

Entre os homens aflitos e sucumbidos no mundo c@ótico.

 

Por Gustavo Aragão

  

   

 

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