Aratrio trará ousadia e talento no jazz para o Quinta Instrumental

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O trio é formado por Alejandro Habib no saxofone, soprano e barítono; Vitor Almeida no piano e escaleta; e Ton Toy na percussão (Foto: Funcaju)

O projeto ‘Quinta Instrumental’, realizado pela Prefeitura de Aracaju, através da Fundação Cultural Cidade de Aracaju, promete mais uma edição especial. Na próxima quinta-feira, 18, o Aratrio vai subir ao palco do Teatro João Costa para mostrar toda sua ousadia e talento no jazz. O trio é formado por Alejandro Habib no saxofone, soprano e barítono; Vitor Almeida no piano e escaleta; e Ton Toy na percussão.

O Aratrio foi criado há dez anos pelo argentino Alejandro Habib, Weide Morazi (piano) e Pequeno (percussão). A busca por uma arquitetura sonora própria e utilização de ritmos latinos sempre foram fortes características no som do grupo. Após um hiato, o trio voltou, em 2015, com uma nova formação com o paulista Vítor Almeida e o percussionista sergipano Ton Toy,  conhecido no meio da música popular.
Nesta nova etapa, o trio manteve algumas características da antiga formação, mas surgiram novas ideias, influências e pesquisas, resultando em temas autorais inéditos e versões de compositores brasileiros, como Nelson Ayres, Hermeto Pascoal e Egberto Gismonti, entre outros. Tudo isso o público poderá conferir no ‘Quinta Instrumental’, durante o show gratuito realizado no Centro Cultural de Aracaju (antiga Alfândega), localizado na praça General Valadão, no Marco Zero de Aracaju, às 20h.
A banda convida para o show e promete uma mistura de composições de músicos de sua influência. “O público pode esperar muita entrega por parte do trio e muita emoção. No repertório vamos apresentar uma mistura de composições autorais e variações de temas de outros grandes músicos como Hermeto Pascoal, Nelson Ayres, George Gershwin, Moacir Santos, entre outros, mas com arranjos próprios”, detalha o instrumentista Alejandro Habib.
O músico elogia o projeto.  “O Quinta Instrumental é uma iniciativa  super importante para a divulgação da música de qualidade que temos no estado, pois disponibiliza um local com toda uma infraestrutura de qualidade e de forma gratuita a quem chega. Outro lado positivo é que também serve de estímulo para que outros artistas continuem desenvolvendo seus trabalhos. Agradeço pela oportunidade de poder mostrar nossa arte. Essa é a que eu acredito ser a verdadeira função do poder público”, opina Alejandro.
Fonte: Funcaju
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