Cavalgada reuniu mais de cinco mil cavalos

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Pimpão: tradição nunca deve acabar
A tradicional Cavalgada de Rosário do Catete saiu do povoado General Maynard levando cerca de quatro horas para chegar à sede do município. Entre cavaleiros, vaqueiros e carroças, os organizadores acreditam que mais de cinco mil cavalos participaram do evento. Participante ativo das cavalgadas de Rosário, o fazendeiro Lino Francisco, o Pimpão, disse que a festa é uma maravilha e que nunca deve se acabar. “É uma alegria muito grande”, disse enquanto dançava na praça de eventos de Rosário.

 

Milho – Tradicionalmente, a Festa do Catete é encerrada com a cavalgada, e ontem foi mais um sucesso de público. “Isso é bom porque traz a origem do nosso povo: do vaqueiro, do homem do campo, o batalhador. A Festa do Catete era isso, ou seja, em comemoração à plantação do milho. Até mesmo o próprio termo ‘catete’ é uma variação de milho”, lembrou o prefeito Laércio Passos

 

Segundo ele, a comemoração começa no dia de São José, em março, quando a prefeitura distribui sementes de milho para serem plantados no dia do santo. “Este ano, a costume de todos os anos, a gente doou três toneladas de sementes”, disse.

Rosário do Catete conta também com uma fazenda comunitária, que já possui em torno de 150 roceiros que plantam o milho doado. “Agora eles comemoram o grande dia do milho, que é o dia da colheita, e a prefeitura tem projetos para investir mais ainda nesta área, nosso objetivo é assentar mais famílias no campo, incentivar a produção agrícola que promove a sobrevivência das famílias. E esta comemoração coincide com os festejos juninos, que a grande festa do Nordeste e do interior”, concluiu.

Por José Mateus

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