Festival Curta-SE premia os seus melhores

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Chega ao fim…
… e aí, na noite de domingo, o 7º Festival Luso-Brasileiro de Curtas-Metragens de Sergipe, chegou ao fim. Prêmios entregues, exibição do último longa convidado, “Os 12 Trabalhos”, precedido de dois curtas de Portugal, e o Festival entra agora no imaginário. O próximo, só no ano que vem, com o apoio, garantido antecipadamente, do Governo do Estado e da Prefeitura Municipal de Aracaju.

Eloísa Galdino, secretária de Comunicação, representou o Governador Marcelo Déda e deu a garantia do selo governamental. O Prefeito Edvaldo Nogueira, acompanhado da mulher Indira Amaral, de viva voz, garantiu que a prefeitura será parceira novamente no próximo ano. Rosângela Rocha, criadora do festival, ria satisfeita. Até porque a premiação não foi contestada.

“Epiphanie” leva prêmio
Premiados


Na categoria 35m, o grande vencedor – prêmio do júri formado por Maria do Rosário Caetano, Tetê Matos e Ivan Valença – e do júri popular foi “No Principio Era o Verbo”, de Virginia Jorge, vindo do Espírito Santo. O melhor documentário foi “O Homem Livro”, de Anna Azevedo, do Rio de Janeiro, sobre um sergipano, o pedreiro Evando dos Santos, que constituiu a biblioteca Tobias Barreto. O melhor ficção foi “Joyce”, de Caroline Leone, de São Paulo.

O melhor filme nordestino foi “Vida Maria”, de Márcio Ramos, do Ceará. O júri ofereceu três menções honrosas, para “Iansan”, animação de Carlos Eduardo Nogueira, de São Paulo; “Noite de Sexta Manhã de Sábado”, do pernambucano Kleber Mendonça Filho e “Trechos”, filme mineiro de  Helvécio Marins Jr. e Clarissa Campolina. 

O melhor curta sergipano foi “Epiphanie”, de Gabriella Caldas, também o melhor pelo júri popular. O melhor vídeo de animação foi “Hotel do Coração Partido”. Melhor documentário, “Mauro Shampoo”, na categoria também eleito o melhor pelo público. Melhor vídeo experimental,  “Nanquim”.

Por Ivan Valença

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