Finitude lança “Never See My Fall”

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Finitude lança álbum com novo som – msacla heavy metal e lírico
Buscar uma identidade com uma mescla do heavy metal e canções orquestradas ou eruditas. É nessa nova roupagem que a banda sergipana Finitude, que já tem tradição no chamado “rock pesado”, lançou seu segundo CD, o Never See My Fall. O lançamento aconteceu no final do mês de setembro, antes do CD oficial, que está previsto para entrar em estúdio no início de 2009. 

Formada desde 2005 a banda tem em seu repertório músicas em inglês.  A Finitude já fez turnês em todas as cidades do nordeste, festivais de música independente e outros eventos, enetre eles a Expo Music, que aconteceu em São Paulo de 24 a 28 de setembro. A banda é composta pelo letrista Marcelo

Luiz Gustavo, guitarrista da banda

Menezes, baterista André Moreira, guitarrista e também compositor Luiz Gustavo, além dos compositores Ícaro Reis, Djalma Moreira

 

O compositor e guitarrista da banda, Luiz Gustavo, diz que é sempre bom trazer algo diferente para o público. “Há muitas bandas que já nascem prontas ou que seguem modelos já formados, mas não acrescenta em nada. Ganha-se dinheiro momentâneo, mas não traz uma diversidade para a música brasileira, no nosso caso, a sergipana. A Finitude quer levar aos adeptos do rock, do lírico ou alguém que gosta de ouvir algo novo, essa opção de qualidade”, fala.

Capa do novo CD
Desafios

Luiz Gustavo completa que os investimentos para a música, em qualquer estilo, quase não existe por parte do empresariado sergipano. “Os artistas locais recebem muitas vezes patrocínios de outros Estados. A Finitude, por exemplo, dos sete que apóiam a produção desse estilo, cinco são paulistas. E nisso posso citar inúmeras bandas que tem sucesso lá fora, investimentos também de fora e são daqui de Sergipe”, desabafa.

Ele completa dizendo que há um preconceito em conhecer esse estilo de rock no Estado. “Geralmente as bandas de forró, pagode e similares fazem mais sucesso e tem mais incentivos, mas é preciso quebrar tabus”. Ele afirma que esse estilo vem se moldando ao longo do tempo e mostrando novas roupagens. “Nós passamos mensagens positivas e uma filosofia diferente da de morte, demônios, próprios dos estilos de antigamente”, explica.


 

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