Grã-mestre – por Gustavo Aragão

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Sou um grão de luz no mundo

Reconheço minha fraqueza diante de tão grandiosa natureza.

Choro minhas dores por ser quase imperceptível,

Protesto. Mas ninguém me é ouvidos.

Desejo minha lama;

Minha p’arte impura.

Ilimito-me às linhas fronteiriças do meu SER.

Olhos tortos se atravessam pelas minhas trilhas.

Plasmo poema, mesmo assim!

Em meu coração pulsa o mundo que me assombra.

E por entre minhas palavras a sua consciência passa,

Fertilizando-as e fecundando-as,

Deixando-as em estágios eufóricos ao excitar seus sentimentos

A procura de outros infinitos. 
 
 
Por Gustavo Aragão
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