Homem-show

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Entra em cena o show mais esperado da noite. Antônio Carlos Nóbrega, ou Toninho Nóbrega, também é conhecido como “homem-banda”. Escolheu que queria ser artista quando ainda era uma criança e, antes da maioridade, já integrava o quadro de duas orquestras. Há 27 anos fazendo teatro, ele contabiliza 15 espetáculos em sua carreira. Cinco dessas peças ganharam trilha sonora original e tiveram CDs gravados. Foi assim que naturalmente Nóbrega se tornou uma mistura de dançarino, ator, cantor, músico e acrobata. Nóbrega é um artista premiado e internacionalmente conhecido. Na sua carreira o recifense Antônio Nóbrega criou personagens como Cazumba (um duende meio homem meio bicho), Mateus e o clown Tonheta (o nome vem da mistura de um apelido seu, Toinho, e do Velho Faceta, personagem de cordel). Uma das suas melhores criações é a do seu próprio corpo como um texto cultural. No seu corpo, as diferenças se organizam de um modo que não folcloriza e não estetiza as diversas culturas. Em sua discografia, Nóbrega tem cinco Cds gravados: Lunário Perpetuo (2002), O marco do meio-dia (1996), Pernambuco falando para o mundo (1998), Madeira que cupim não rói (1997), Na pancada do ganzá (1996). No Forró Caju ele está empolgando o público com uma mescla dos grandes sucessos da sua carreira. Leila Soares

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