Homenagens ao centenário de J. Inácio têm início no TCE

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Exposição J Inácio
O talento para as artes e o jeito simples de viver do artista plástico J. Inácio foram características que o eternizaram na memória dos sergipanos. Elogiada por críticos de todo o país e cobiçada pelos amantes das artes, sua obra agora está exposta no Espaço Cultural Ministro Carlos Ayres Britto, situado no hall de entrada do Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Na manhã desta quinta-feira, 15, uma concorrida solenidade marcou a abertura da exposição na Corte de Contas e deu início às comemorações alusivas aos 100 anos de nascimento do pintor. “Para nós é motivo de muita alegria e orgulho dar esse pontapé inicial”, ressaltou o conselheiro-presidente, Reinaldo Moura Ferreira.

Para ele, a história de vida de J. Inácio o credencia a ser considerado um ser humano incomparável. “Um homem simples, mas que se transformava com o pincel na mão, fazendo trabalhos dos mais belos e é por isso que está na galeria dos artistas mais importantes do nosso Estado na arte de pintar”, complementou o conselheiro.

Nascido em 11 de junho de 1911, no povoado Bolandeira, localizado no município de Arauá, Inácio pintou até os 94 anos. Reconhecido nacionalmente, faleceu no dia primeiro de agosto de 2007, deixando uma obra assinalada por um estilo único, cujas maiores fontes de inspiração estavam nas garças, bananeiras e casas de farinha.

“É sempre importante manter essa lembrança; procuramos fazer isso porque muitos artistas acabam sendo esquecidos e prezamos para que a lembrança de J. Inácio fique sempre viva na história de Sergipe”, destacou a filha do homenageado, Ruth Oliveira, que na oportunidade também relançou o livro ‘Vida e Obra de J. Inácio’, organizado sob sua coordenação.

Ruth e o conselheiro Carlos Pinna foram os idealizadores da homenagem no TCE. Segundo Pinna, o apoio do conselheiro Reinaldo Moura, que ao tomar conhecimento da proposta não exitou em apoiá-la, foi fundamental para o sucesso do evento. “A sensibilidade de Reinaldo Moura para as coisas da sergipanidade é o que nos reúne aqui hoje”, concluiu Pinna.

Fonte: Ascom TCE

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