Motivos das mudanças

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Em diversas entrevistas durante as semanas que antecederam o anúncio das mudanças, a diretoria da ASBT, através de Fabiano Oliveira, tentava explicar o motivo da festa deixar a 13 de Julho, onde vinha sendo realizada há mais de uma década. Segundo ele, as reclamações dos moradores do local e os transtornos causados aos comerciantes e trânsito, levaram a Associação a pensar em um novo projeto. “Esta proposta deve evitar alguns transtornos que nós tínhamos na formatação anterior, especialmente no bairro 13 de Julho. Os problemas para o trânsito, e especialmente para o Shopping Riomar, vão acabar. Acreditamos que aqui nós temos mais condições e espaços para organizar a festa”, analisa Lourival Oliveira. Mas para chegar a uma proposta, a Associação teve que se debruçar sobre o problema. “Durante quatro meses, uma equipe formada por mais de 50 pessoas, pensou neste projeto para a festa de 2004. A ASBT, após 12 anos realizando o Precaju, achou necessária a evolução do evento. Sair da mesmice. Então criamos um fato. Já era o momento da festa renascer. Certamente, agora, teremos o Pré-Caju por mais dez anos”, explica Fabiano. E a escolha da nova área, segundo ele, não foi aleatória. “Outras áreas, além do Centro Histórico, foram estudas. Por exemplo, a Orla da Atalaia nós vínhamos analisando desde o ano passado. A ASBT estudou e ela foi descartada, porque o Crea, a Defesa Civil, as polícias Civil e Militar, além da ABH e a Abraje, foram contrários a ida da prévia para lá. Ficou inviável, porque nós só temos uma entrada para a Orla, que é pela Atalaia, e uma saída, que é pela Coroa do Meio. No caso de uma emergência, não teria como ninguém sair do local”, disse. Ele informou também que não existiu apenas esta área pesquisada. “Outra opção que existiu foi a avenida Contorno. Mas lá se encontram muitos terrenos particulares, então não teríamos como montar a passarela. E, na hora da realização do evento, os moradores do Inácio Barbosa e do Parque dos Coqueiros não teriam como entrar em casa, nem como sair. Justamente por isto optamos por trazer o evento para uma área que não é residencial, um ponto que é o centro histórico, que precisa ter seu valor reconhecido”, justificou. Como ficam os vizinhos

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