Orquestra Sinfônica apresenta temporada 2010

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Coletiva apresentou integrantes da Ópera Aída
Integrantes da Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE) realizaram na manhã desta terça-feira, 18, uma coletiva de imprensa no Teatro Tobias Barreto com a finalidade de apresentar a programação da Temporada de Concertos 2010. De forma inédita, a orquestra traz no próximo dia 20 de maio a partir das 20h30 sob a direção do maestro Guilherme Mannis, a Ópera Aída, do compositor italiano Giuseppe Verdi.

O maestro Guilherme Mannis informou que a ópera será apresentada em quatro atos com música de Giuseppe Verdi e libreto de Antonio Ghislazoni. “Trata-se de uma produção pioneira no Estado de Sergipe. É uma produção de ópera com a orquestra sinfônica, a banda de São Cristóvão, comandada por José Fortunato Nunes da Silva e ainda o coral Masculino da Primeira Igreja Batista de Aracaju”, ressalta o maestro lembrando que será uma apresentação única.

Maestro Guilherne Mannis: “Estamos nos preparando para fazer bonito”
A ópera Aída conta a saga de um jovem comandante egípcio (Radamés), que liderou as tropas do faraó numa guerra contra a Etiópia. E de duas mulheres: Aída, que vive como escrava na corte egípcia e Amneris, princesa egípcia que vive rodeada de luxo e de escravas. Ambas são apaixonadas por Radamés.

Elenco

O elenco é formado por cinco solistas do cenário lírico nacional: Elayne Casehr, que fará Aída, Regina Elena Mesquita, que será Amneris; Saulo Javan, no papel de Ramfis, Martha Herr como Grande Sacerdotista; Marcelo como Radamés e Amonasro, interpretado por Davi Marcondes. E dois solistas sergipanos: Cláudio Alexandre, no papel de Faraó e Jônatas Matias, como o Mensageiro.

Apresentações

Na Temporada 2010 da Orsse, além da Ópera Aída, haverá concerto no dia 2 de junho na Igreja Matriz de Santo Antônio, a partir das 20h30 na cidade de Itabaiana. A programação consta de apresentações até dezembro, tanto no Teatro Tobias Barreto quanto no interior. O ponto alto será a apresentação do dia 4 de julho, na Praça do Capiveri, em Campos dos Jordão, em São Paulo.

“É um convite que muito nos honra e estamos nos preparando desde agora para fazer bonito. A gente quer que o sergipano tenha orgulho da sua orquestra, que está sendo levada para outras capitais a exemplo dos concertos e em São Paulo e no Rio de Janeiro, em que tivemos casas cheias”, comemora o maestro.

Por Aldaci de Souza

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