
Terror psicológico, drama biográfico e suspense futurista marcam as estreias da semana nos cinemas. As produções levam o público a narrativas intensas que exploram o medo, a ambição e os dilemas morais, passando por uma cidade tomada por forças sombrias, a ascensão improvável de um atleta nos Estados Unidos dos anos 1950 e um julgamento decisivo comandado por uma inteligência artificial.
Terror em Silent Hill: Regresso para o Inferno
Terror em Silent Hill: Regresso para o Inferno acompanha a terrível estadia de James (Jeremy Irvine) numa cidade aterrorizante. Quando ele recebe uma carta misteriosa de seu amor perdido após ter se separado dela, James é intimado a voltar para uma cidade esquisita chamada Silent Hill. Na carta, está a promessa de que irá encontrar sua preciosa alma gêmea novamente. No entanto, com o passar dos dias nessa comunidade antes reconhecível, eventos bizarros causados por uma força malévola desconhecida começam a acontecer. Conforme ele se aprofunda na cidade, James vai dando de cara com figuras sombrias, familiares e monstruosas. Sem entender o que está acontecendo e que força é essa que tem tanta influência na cidade, o rapaz começa a questionar a sua sanidade mental enquanto desvenda uma verdade apavorante com a esperança de permanecer forte o suficiente para resgatar a sua amada.
Em Marty Supreme, um malandro se torna uma das grandes lendas norte-americanas do tênis de mesa. Seu nome é Marty Reisman (Timothée Chalamet) e, de jogar pelo dinheiro das apostas em Manhattan, o homem se torna campeão de mais de 22 competições de pingue-pongue, colecionando ainda, aos 67 anos, o título de atleta mais velho a vencer um campeonato nacional de raquete. Marty Mauser se recusa a ser apenas mais um trabalhador precarizado na cidade de Nova York dos anos 1950. Ele não medirá esforços para alcançar seus sonhos megalomaníacos, nem mesmo se for preciso roubar. Indo contra aqueles que duvidaram dele, o jogador alcança a grandeza em grandes torneios internacionais, mas também coleciona inimigos no processo.
Em Justiça Artificial, um detetive é colocado no banco dos réus acusado de um crime violento: matar sua esposa. Tudo isso ocorre numa Los Angeles do futuro, em 2029, no qual a tecnologia tomou conta do dia a dia da sociedade. No julgamento, então, o detetive tem apenas 90 minutos para provar sua inocência para uma inteligência artificial avançada que ele, no passado, defendeu. O destino do homem, agora, está nas mãos do sistema inteligente.
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