Vocalista da Chá de Kapiaba é selecionado pelo FAMA

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Com seis anos de carreira, a Banda Chá de Kapiaba carrega em sua bagagem experiências e sucessos que são tocados em shows de Norte ao Sul do país. Aracajuana de nascença, sua equipe é integrada por cerca de 30 profissionais, entre eles, quatro vocalistas: Bruno Reis, Kitto Barreto, Bia Lins e Nany Souza. A banda está prestes a lançar seu sexto CD, que tem como carro-chefe a música “Não me Deixe Só”. E para falar um pouco sobre a banda e sua carreira, o Portal InfoNet conversou com o vocalista Bruno Reis, que além de já ter passado por outras bandas, foi pré-selecionado para o concurso FAMA, realizado pela Rede Globo de Televisão.

PORTAL INFONET – Atualmente, vocês fazem em média quantos shows por mês? 
BRUNO REIS – Em média a nossa agenda é dentre 15 e 20 shows por mês, mas agora durante os festejos juninos ela aumenta mais já que o forró é o ritmo da época.

INFONET – O que você acha de tocar em Sergipe?
BR – É muito legal tocar em nossa terra. O pessoal é bem caloroso, dá pra ver a satisfação do público quando eles cantam com a gente. É muito bom!

INFONET – Quais são as novidades para este São João?
BR – A banda está com um repertório recheado de sucessos antigos e também daremos destaque às músicas do nosso novo CD, o Chá de Kapiaba “New Generation” Volume 6. Músicas como “Quem não Chora” e “Não me Deixe Só”, com certeza não deixarão de ser tocadas.

INFONET – Além de possuir uma grande bagagem artística ao ter passado por outras bandas, foi selecionado num concurso musical a nível nacional. Fale um pouco sobre essa experiência.
BR – Desde que houve o primeiro concurso para o FAMA, eu me inscrevia e nunca fui chamado, por isso, pensava da mesma forma que muitos ao imaginar que havia carta marcada. Mais uma vez me inscrevi e acabei sendo pré-classificado, e com isso percebi que realmente estava enganado.

INFONET – Você encara esse novo momento da sua carreira como mais uma experiência ou um novo desafio?
BR – (risos) Quando você é chamado é que começa a enxergar a seriedade do concurso. Embora nesse momento seja algo novo, não nada fora do que a gente vivencia no decorrer da carreira, no meu caso, que canto numa banda, há sempre o compromisso com o público, não deixando de ser uma responsabilidade do artista. Confesso que tem muita gente boa, mas nem por isso deixo de acreditar em meu potencial e encarar essa fase como mais um desafio.

Por Autimira Menezes


 

 

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