Acese sai em defesa da ampliação do subteto

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(Foto: Ascom Sedetec)

Na tarde da última segunda-feira,14, a Diretoria da Associação Comercial e Empresarial de Sergipe (Acese), durante audiência com o Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia de Sergipe (Sedetec), Saumineo Nascimento, protocolou ofício solicitando apoio na ampliação do subteto do Simples, para 3,6 milhões, teto máximo determinado pelo Governo Federal.

Na oportunidade, o presidente da Acese, Alexandre Porto, acompanhado dos vice-presidentes da entidade, Wladimir Torres, Maurício Vasconcelos e Dilermando Júnior, iniciaram um diálogo com o Secretário, para que possa viabilizar internamente junto ao Governo do Estado, como uma forma de ajudar as Micro e Pequenas Empresas de Sergipe.

Segundo uma pesquisa realizada pelo Sebrae no Brasil, Sergipe não está bem colocado no cenário Nacional, em se tratando de ambiente de negócios, tendo uma das maiores cargas tributárias do País. De acordo com Alexandre Porto, há dois anos o subteto do Simples em Sergipe, foi alterado para 1,8 milhão de faturamento anual e de lá pra cá, não houve mais mudanças.

De acordo com o Secretário, a Sedetec fará uma exposição de motivos sobre a ampliação do subteto e encaminhará a Sefaz e ao Governador." Esperamos poder somar e iremos avaliar a ampliação do subteto. Essa primeira reunião com a Acese foi crucial para as futuras mudanças que virão, principalmente para as MPE's", disse Saumíneo.

A Acese já solicitou audiência com o Governador Jackson Barreto e aguarda a agenda, até lá, a entidade segue pedindo apoio ao Secretário Saumíneo Nascimento, para intermediar, junto a SEFAZ, esse pleito. “Esta é uma forma do Governo do Estado contribuir e ajudar às MPE’s,fazendo com que tenhamos um ambiente de negócios mais saudável e mais propício ao desenvolvimento. Mexer no subteto é garantir a mudança e esperamos sensibilizar o Governo, por isso a Acese vem hoje discutir o assunto com o Secretario de Desenvolvimento Econômico do Estado, que sem dúvida alguma, possui números e dados do crescimento econômico do Estado, da geração de emprego e do aumento de renda, que são indicadores favoráveis as micro e pequenas empresas, mostrando que elas estão empregando mais e ajudando o Estado a arrecadar e fruto disso é que o Governo deve sim, estimular e incentivar mais.”, finalizou Porto.

Fonte: Ascom Acese

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