ANP: rodada de licitação terá 10 blocos na bacia SE-AL

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A diretora da ANP, Magda Chambriard se reuniu com o governador Jackson Barreto 

A direção da Agência Nacional de Petróleo (ANP) esteve em Sergipe na manhã desta segunda-feira, 3, e se reuniu com o governador Jackson Barreto com o intuito de apresentar e divulgar a 13ª Rodada de Licitações de blocos para exploração e produção de petróleo e gás natural, que irá acontecer dia 7 de outubro no Rio de Janeiro.

A parte marítima da bacia de Sergipe-Alagoas ofertará dez blocos em águas profundas e ultraprofundas (lâmina d’água superior a 400m), sendo cinco em frente ao litoral sergipano e cinco em frente ao litoral alagoano, totalizando uma área de 7.03,92 km2.

O bônus de assinatura mínimo de valor a ser oferecido pelas empresas durante a rodada exigida para esses blocos variam de R$ 18,85 milhões a R$ 73,96 milhões.

De acordo com a diretora-geral da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Magda Chambriard, Sergipe possui um petróleo valorizado. “Estamos oferecendo 266 blocos em 10 bacias sedimentares. A área de Sergipe é uma área de petróleo leve e muito valorizada. Em termos de bônus, se todos os blocos forem adquiridos em blocos com valores mínimos, deve está aí na ordem de R$ 400 milhões de reais. Uma área em águas profundas tem um horizonte de produção de dez anos. O que estamos fazendo é repondo para Sergipe a sua atividade exploratória garantindo a continuidade da exploração de gás e petróleo em Sergipe e a manutenção de toda uma indústria aqui instalada”.

Para o governador Jackson Barreto, a vinda da diretora da ANP é de muita importância e informou ser essa a oportunidade para estreitar os laços com os empresários vencedores da licitação. “O que a gente espera é que essas rodadas aconteçam e queremos que esses empresários vencedores venham manter relação com o governo e setor da nossa economia para desenvolver o estado e fortalecer a nossa economia para garantir os futuros das nossas gerações. O que pedimos a diretora é que essas empresas que participam desses negócios busquem contemplar a nossa cadeia produtiva e ao vencer o leilão procure colocar em execução, já que ficamos de fora do Plano de Negócios da Petrobras para os anos 2015-2018”, pede.

Por Aisla Vasconcelos

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