Aumenta procura pelos produtos típicos da Semana Santa

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Consumidores pesquisam melhores preços (Fotos: Portal Infonet)

Movimento é intenso no Mercado Municipal de Aracaju e supermercados da capital. A procura pelos produtos típicos que irá compor a mesa na Sexta-feira Santa aumentou na manhã desta quinta-feira, 02. Os pescados e os materiais que fazem parte da receita dos alimentos tradicionais são os mais procurados. Mas não foi só a procura pelos alimentos que aumentou, os preços também.

Para manter a tradição e garantir o peixe na mesa, a dona de casa Maria José Santos, optou por comprar a pescada, que está sendo vendida por R$ 14,00 o quilo.  Segundo ela, o preço está razoável e não compromete o orçamento. “Os preços dos demais pescados estão mesmo mais caros. Mas a pescada está mais barata e por isso comprei. Assim não fico sem comer peixe, não é?!”, brinca.

Vendas

Elton Santos é dono de uma banca de camarão e comemora as vendas. O pescado está sendo vendido por valores entre R$ 20 e R$ 40. “Estou repondo os camarões por conta do aumento da procura. Meus preços são bons e por isso estou vendendo tudo”, comemora.

Elton Santos "Já estou repondo por causa da procura"

Maria José "Já garanti o peixe para o almoço da sexta-feira"

Consumidores de amontoam no Mercado Municipal

Quiabo é o produto mais procurado

Já os valores dos peixes variam entre R$ 15 e R$ 35, depende da espécie. Nas bancas a procura aumentou significativamente, mesmo com os valores elevados.

Produtos

Nos supermercados a movimentação também é intensa. Os produtos como ovos de páscoa, legumes e peixes também são oferecidos, mas com preços considerados elevados pelos clientes.  A dona de casa Leila de Oliveira reclama. “Tudo está mais caro em relação ao ano passado. Terei que diminuir um pouco as compras”, lamenta.

No Mercado Municipal, o quiabo foi o produto mais procurado. De acordo Manoel Silva, dono da banca de legumes, o quiabo está sendo vendido a R$ 10, o cento. "Já vendi quase todos os quiabos. Neste período ele bastante procurado por causa do caruru", explica.

Por Eliene Andrade

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