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Procura pelos pescados aumenta (Fotos: Portal Infonet) |
Como todos os anos, a busca pelos pescados e de produtos que incrementam o almoço da sexta-feira santa movimenta as vendas nos mercados e feiras livres. A reportagem do Portal Infonet esteve no mercado Albano Franco e observou o aumento no número de consumidores em busca de peixes e frutos do mar para o período em que os católicos se privam de comer carne vermelha.
É o caso da dona de casa Rosenilda Lima, que segue a tradição à risca. Faltando quatro dias para a sexta-feira da paixão, Rosenilda já garantiu o peixe e o camarão para o almoço do dia santo. Contudo faz uma observação quantos aos preços. Para ela, o pescado está com o preço acima da médica. “Eu já garanti o meu pescado, mas achei os preços salgados, poderiam estar um pouco mais baixos. Por isso venho aqui uma semana antes para tentar garantir o preço mais acessível”, explicou.
Ansiosos com a possibilidade no aumento das vendas, os comerciantes esperam pelo crescimento no movimento, nas vésperas da sexta-feira. “A gente espera que as vendas aumentem somente na quinta e sexta-feira, mas estamos preparados para receber os consumidores”, disse a comerciante Valdira Silva, ao garantir que os preços estão acessíveis.
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Camarões são vendidos a R$ 20,00 o kg |
Os pescados mais procurados, segundo os vendedores, são os peixes vermelho, corvina, arraia, tambaqui e piaú. Os preços variam entre R$10 e R$ 20,00. O vermelho, por exemplo, está sendo vendido por R$ 15,00 o kg. Já os camarões variam de preços, além dos tamanhos e tipos. O camarão graúdo está por R$ 20,00 o kg. Já os camarões menores, conhecidos como saburica são vendidos por quantidade e chegam a custar entre R$ 6 e 10,00.
Produtos
Os produtos para preparar os demais pratos que irão compor a mesa e acompanhar o peixe, tiveram aumento significativo. Os consumidores reclamam do preço do quiabo, do amendoim e da castanha. Para preparar o caruru, por exemplo, são necessários pelo menos 2 kg de quiabo, mas o produto já está com o preço elevado. Segundo o vendedor Almir Souza, a hortaliça é produzida em outro município e os custos de transporte e de cultivo não são baixos. “A gente trás o quiabo do Município de Canindé de São Francisco, por isso os custos são altos. Até a sexta feira o preço saíra de R$ 5 para 10,00”, justifica.
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Amendoim e castanha |
A castanha, o amendoim e o camarão seco também tiveram um pequeno reajuste. Embora sejam produtos que são consumidos rotineiramente, os vendedores aumentaram devido à crescente procura.
Por Eliene Andrade
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