
O custo da cesta básica em Aracaju registrou aumento de 2,44% em janeiro, na comparação com dezembro de 2025. Apesar da alta mensal, a capital sergipana manteve o menor valor médio entre todas as capitais brasileiras, com a cesta avaliada em R$ 552,65.
Os dados fazem parte de uma análise do Observatório da Indústria do Sistema FIES, com base na Pesquisa Nacional da Cesta Básica realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
Na comparação com janeiro do ano passado, o cenário é de queda: o valor da cesta básica em Aracaju apresentou redução de 3,29%. Já no comparativo mensal, o aumento acompanha a tendência observada na maior parte das capitais brasileiras.
Em janeiro de 2026, apenas São Luís (-0,57%), Teresina (-0,51%) e Natal (-0,22%) registraram redução no custo da cesta básica em relação ao mês anterior. Nas demais capitais, houve alta, com destaque para Manaus (+4,44%), Palmas (+3,37%) e Rio de Janeiro (+3,22%).
No comparativo anual, entre janeiro de 2024 e janeiro de 2026, as maiores elevações foram observadas em Porto Alegre (+3,21%), Campo Grande (+2,51%) e Rio de Janeiro (+1,83%). Por outro lado, as maiores quedas ocorreram em Natal (-6,03%), Brasília (-3,97%) e Belém (-3,48%).
Em termos absolutos, São Paulo liderou o ranking da cesta básica mais cara em janeiro, com custo médio de R$ 854,37, seguida por Rio de Janeiro (R$ 817,60) e Cuiabá (R$ 810,82). As capitais com os menores valores foram Aracaju, Maceió (R$ 592,83) e Natal (R$ 595,86).
Entre os produtos que influenciaram os preços em Aracaju, o levantamento aponta aumento no valor do café em pó (+0,36%) em relação a dezembro. Já na comparação anual, houve destaque para a queda no preço do arroz agulhinha (-20,50%) em janeiro de 2026.
Com informações do Fies
