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Centro da capital com pouco movimento (Fotos: Portal Infonet) |
O Portal Infonet percorreu as principais ruas do Centro da capital sergipana e observou o pequeno número de clientes nas lojas. Segundo o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Aracaju-CDL, Gilson Figueiredo, a atitude do governo em decretar ponto facultativo na próxima sexta-feira, 18, não será boa para os negócios.
Gilson Figueiredo interpreta que não justifica dar ponto facultativo para os servidores por conta do Pré-caju. Para ele o comércio, que sempre registrou grandes movimentos neste período, inclusive com lucros satisfatórios, ficará prejudicado.
Em nota a CDL ressalta o motivo de ser contra o ponto facultativo. “A CDL protesta contra a atitude do governo do Estado e Prefeitura de Aracaju por haver decretado ponto facultativo na próxima sexta-feira, 18, sob a alegação da realização do Pré-Caju. Os dois governos nunca mais haviam decretado tal medida, principalmente quando há “feriados imprensados” que ocorrem nos finais de semana, às quintas-feiras, ou às terças-feiras, em respeito às atividades do comércio. Esperamos que estas medidas não voltem a ocorrer durante todo o ano de 2013, além de garantir ao próprio governo e a prefeitura a arrecadação de impostos ante a venda de produtos em dias normais do comércio”, diz a nota.
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Gilson Figueiredo "Esperamos que estas medidas não voltem a ocorrer durante todo o ano de 2013" |
Esse olhar crítico do presidente da CDL foi compartilhado por comerciantes do Centro entrevistados pelo Portal esta manhã. Para a gerente de uma loja de confecções, Danúbia Silva, todas as vezes que ocorrem pontos facultativos, os rendimentos da loja caem.
A gerente contata que os aracajuanos tendem a viajar neste período deixando de para fazer suas compras no local em que estão. “Eu discordo completamente da liberação do ponto facultativo. Todas as vezes que isso acontece, inclusive em véspera de feriado, a loja registra uma Ueda considerável nas vendas”, diz.
O gerente de outra loja compartilha do mesmo sentimento, Damião Dias, reclamou também do movimento nas ruas do Centro. “O servidor público é nosso principal cliente, pois muitos órgãos funcionam por aqui. Nos dias de folga é que eles aproveitam para fazer as compras. Mas com dinheiro no bolso, eles irão gastar em outros comércios”, criticou o gerente.
Por Eliene Andrade
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