Crédito Fundiário beneficia mais de 2 mil famílias em SE

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Participantes do evento (Fotos: Portal Infonet)

Teve início nesta quarta-feira, 15, no auditório do Projeto Nordeste (Pronese), a elaboração do Plano Operativo do Programa Nacional de Crédito Fundiário. O objetivo do evento que prossegue até esta quinta-feira, 15, é avaliar a execução do Programa no Estado de Sergipe, além de definir metas e planejar as ações para o ano de 2015. No Estado, já foi feita a aquisição de 151 imóveis beneficiando 2 mil e 100 familias.

“Esse evento é uma oficina de trabalho que faz parte da programação para dar definição das metas para 2015. A gente faz essa reunião técnica junto com os outros parceiros do programa, a exemplo das empresas privadas que participam da assistência técnica, os bancos que são os agentes financeiros e a Fetase que representa os trabalhadores”, explica o gerente do Crédito Fundiário do Pronese, Sérgio Santana de Menezes.

Palestrante Salomão Floresta

Segundo ele, o Programa Nacional de Crédito Fundiário visa a aquisição de terras para os trabalhadores rurais.“A aquisição é feita pelos trabalhadores, o Governo do Estado faz a avaliação, o processo de viabilizar o financiamento pra eles. É desenvolvido em todo o Estado, mas há uma concentração no alto sertão. São apenas imóveis rurais, a exemplo de fazendas, sítios, chácaras, que os proprietários estão interessados em vender. O grupo se organiza e compra a área para fazer assentamento”, explica.

Sérgio Menezes disse ainda que em Sergipe, foi feita a aquisição para o programa, de 151 imóveis. “E já atendeu e beneficiou duas mil e 100 famílias, que se organizam em grupos formando em associações, mas pode ser também individual, após a apresentação de propostas à Pronese, que serão avaliadas, em seguida, será feita uma seleção e um processo de capacitação por meio da Federação dos Trabalhadores, até chegar a aquisição e ao assentamento”, destaca.

Fetase

Sérgio Menezes, gerente do Pronese

Alberto Marques, secretário da Fetase

O secretário de Política Agrária da Federação dos Trabalhadores de Sergipe (Fetase), Alberto Marques dos Santos falou no evento sobre a mobilização, difusão e capacitação inicial.

“A Fetase é uma parceira do crédito, uma vez que  lutou desde 1972 para que o Governo criasse um programa de compra de terra e a primeira unidade produtiva aqui foi em Salgado, adquirido pelo programa em 2003. O Estado a todo ano faz esse planejamento operacional que onde todos os parceiros pactuam suas responsabilidades, é uma cadeia de todas as entidades parceiras, tanto da sociedade civil e do Governo”, ressalta acrescentando que o crédito é uma compra e venda, diferente do Incra que só desapropria área improdutiva.

Por Aldaci de Souza

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