Custo da cesta básica em Aracaju aumentou 0,2%, em abril

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No comparativo com o mês imediatamente anterior, março último, observou-se aumento de 0,2% no custo do conjunto de alimentos essenciais (Foto: Pixabay)

Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), revelou que, em abril de 2021, o valor médio da cesta básica na capital sergipana ficou em R$ 469,66.

Em termos relativos, na comparação com abril do ano que findou, verificou-se aumento de 17% no valor da cesta. No comparativo com o mês imediatamente anterior, março último, observou-se aumento de 0,2% no custo do conjunto de alimentos essenciais.

Custo médio das cestas nas outras capitais em abril/2021

No mês analisado, levando-se em consideração a comparação com o mês anterior (março/2021), observou-se aumento no valor da cesta em quase todas as capitais pesquisadas, com destaque para Campo Grande (+6,0%), João Pessoa (+2,4%), Vitória (+2,4%), Recife (+2,2%) e Belo Horizonte (+1,8%).

Por outro lado, somente duas das dezessete capitais pesquisadas apresentaram diminuição no valor da cesta básica. Belém registrou a maior redução, com 19%, e Salvador observou redução de 0,8%.

Em relação a abril de 2020, observou-se aumento no valor da cesta básica em todas as capitais. Nessa comparação, as capitais que apresentaram altas mais significativas foram Brasília (+24,7%), Florianópolis (+21,1%) e Porto Alegre (+18,8%),

Em termos absolutos, a capital com a cesta mais cara, no mês analisado, foi Florianópolis (R$ 634,53), seguida por São Paulo (R$ 632,61) e Porto Alegre (R$ 626,11). Já as capitais com as cestas mais baratas foram Salvador (R$ 457,56), seguida de Aracaju (R$ 469,66) e Recife (R$ 471,52).

Aracaju teve destaque nacional ao registrar as quedas mais expressivas nos preços do café em pó (-1,7%) e do óleo de soja (-3,8%). Destacou-se também na variação de preços de outros componentes da cesta, como do quilo da carne bovina (-0,9%) e do feijão carioquinha (-2,3%), além de registrar a terceira maior alta no preço da manteiga, com 2,3%.

Fonte: NIE/FIES

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