Desconto em impostos pode aliviar o bolso

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O ideal é se planejar ainda no final do ano, com o 13º salário (Imagem Ilustrativa/SCX.hu)
Quem conseguiu planejar as finanças ainda no final do ano passado pode passar os próximos meses com o orçamento livre de apertos. Isso porque os impostos mais comuns nesse início de ano, como o IPVA e o IPTU, garantem descontos para o pagamento à vista. Quem não conseguiu se livrar do ‘aperto’ comum no início do ano também pode ter como alternativa o parcelamento dessas taxas.

O economista e professor da Universidade Federal de Sergipe (UFS) Ricardo Lacerda diz que o ideal é separar pelo menos metade do 13º salário para essas despesas mais altas, além dos custos com material escolar, matrícula e taxas de conselhos de classe. “Quem conseguiu se planejar tem vantagem”, acredita.

IPVA de 2011 chega 6,95% mais barato e com desconto de 10% (Fotos: Arquivo Infonet)
Os contribuintes da capital sergipana devem receber os carnês do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) até o próximo dia 20. Os valores sofreram um reajuste de 4,57% seguindo a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo Especial (IPCA-E). Quem paga a cota única até o vencimento, em 7 de fevereiro, o desconto é de 10%. O índice desce para 5% para quem for pagar o valor integral em atraso. O tributo pode ainda ser parcelado em 10 vezes, a depender do valor.

No caso do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) os sergipanos receberão o boleto com uma redução de 6,95%. Quem pagar o valor à vista até o vencimento terá também 10% de desconto.

Já o IPTU sofreu reajuste de 4,75% e oferece desconto também de 10%
Aos que não entraram o ano novo com folga Lacerda diz que o aperto é inevitável e recomenda uma contenção nos gastos. “Sob hipótese alguma a pessoa deve extrapolar o limite do cartão de crédito ou pagar o valor mínimo dele, nem mesmo utilizar o cheque especial. Esses são os dois maiores vilões”, diz.

O economista ainda diz nem sempre o empréstimo é a solução ideal para fugir do sufoco. “A taxa de juros é mais alta que o desconto dado. Não compensa utilizar essa medida”, alerta.


 

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