Dia da Micro e Pequena Empresa é comemorado com almoço

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Manoel: “Comércio e serviços são os maiores setores”
Foi promovido, na tarde desta terça-feira, 9, no Hotel Aquários, um almoço em confraternização ao Dia da Micro e Pequena Empresa. Na ocasião, o coordenador do Fórum Empresarial de Sergipe, Manoel Lisboa, e o secretário do Estado de Desenvolvimento e da Ciência e Tecnologia, Jorge Santana, falaram sobre o grande número de empresas desse porte em Sergipe e suas condições de sobrevivência.

 

“Cerca de 93% das empresas sergipanas correspondem ao micro e pequeno empresariado. Desse total, a maior parte representa os setores de comércio e serviços, que tendem a crescer ainda mais porque as empresas estão se consolidando em suas atividades”, diz Manoel Lisboa.

 

Dados do Sebrae confirmam que as micro e pequenas empresas sergipanas deixaram de ter índices altos de mortalidade e passaram a se estabilizar no mercado. “Antes, era raro ver uma micro empresa sergipana se consolidar no mercado devido ao

“Empresas sergipanas não se consolidavam”, diz Jorge Santana
alto índice de competitividade e do baixo preparo administrativo do empreendedor. Agora, essa situação mudou. As pessoas buscam informações antes de montar um negócio, estudam o mercado e avaliam cada decisão. Isso é um sinal de melhora na nossa economia”, afirma o secretário Jorge Santana.

 

Ainda no que se refere ao setor empresarial, o almoço comemorou também o anúncio dado pelo governador Marcelo Déda de que serão implantadas duas novas indústrias no Estado: a Crown embalagens e a Campo Lindo. “É um sinal de crescimento econômico, de desenvolvimento industrial muito grande. O governo nos ajudou na isenção de R$ 360 mil em ICMS e esse foi um grande passo”, diz Manoel Lisboa.

 

O presidente da Associação Comercial e Empresarial de Sergipe (Acese), Lauro Vasconcelos, também esteve presente e deu algumas dicas de consolidação das empresas no mercado. “Não adianta querer montar uma empresa, porque a amiga ou o vizinho estão tendo sucesso. É preciso inovar e entender o mercado como um todo, principalmente suas regras administrativas. Sobrevive aquela que melhor enxerga o mercado de acordo com suas necessidades”, diz.

 

Por Jéssica Vieira e Raquel Almeida

 

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