Economista destaca a alta nos preços de automóveis novos e seminovos

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Em meio à época de pandemia, que já está presente há um ano, o preço de produtos de vários setores da economia vem crescendo. Combustível, cesta básica e outros itens de supermercado estão nesta lista. Paralelo a este panorama, o preço dos automóveis novos e seminovos também segue o mesmo rumo e apresenta altas taxas para quem deseja investir neste setor automobilístico.

De acordo com o economista Fernando Carvalho, nos últimos meses, os automóveis tiveram um aumento médio de 17%. “As montadoras justificam esses custos através dos impostos que eles chamam de “custo Brasil”, como também da alta do dólar perante o real e, consequentemente, o aumento do valor de insumos”, explica.

Para Fernando, esse aumento implica no bolso do consumidor e a não valorização do salário mínimo se torna um fator importante para justificar essa situação. “A valorização do salário mínimo não acompanha a inflação”, declara.

Considerando os trabalhadores que recebem um salário mínimo ou um pouco mais e desejam comprar algum automóvel, seja ele usado ou 0 Km, o economista comenta que a situação não está favorável. “Para quem recebe essa renda, se torna muito difícil manter o veículo, visto que já tivemos cerca de cinco aumentos de combustível apenas neste ano”, ressalta.

Em meio ao aumento de preços, Fernando Carvalho destaca que é ideal ver o que realmente é prioridade para, assim, realizar um investimento. “É realmente ver o que é prioridade neste momento e a aquisição de veículo hoje está difícil para qualquer um. Fazer uma pesquisa de preço e ver se existe condições de mandar o veículo é o recomendado”, pontua.

Por Isabella Vieira e Verlane Estácio

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