Em fevereiro, vendas no varejo sergipano cresceram 1,8%

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Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) e foram divulgados pelo IBGE nesta terça-feira, 13. (Foto: IBGE)

Em fevereiro de 2021, o comércio varejista em Sergipe avançou 1,8% frente a janeiro, na série com ajuste sazonal. Aqueda no mês anterior foi de -2,4%. Em dezembro de 2020, após sete meses com variações positivas, o volume das vendas do comércio varejista voltou a cair (-6,1%) ,iniciou o ano de 2021 em queda e voltou a apresentar um índice positivo em fevereiro. Apesar disso, na comparação com fevereiro de 2020, esse índice apresentou um recuo de-5,6% no volume de vendas.

No acumulado dos dois primeiros meses de 2021, o volume de vendas no varejo caiu 4,6% frente aos dois primeiros meses de 2020. Já no acumulado em 12 meses (março de 2020 a fevereiro de 2021), a queda ficou em 4,3% na comparação com os 12 meses imediatamente anteriores (março de 2019 a fevereiro de 2021).É importante ressaltar que o aumento no volume de vendas em fevereiro de 2021 vem acompanhado também de índices positivos na receita nominal (3,2% na comparação com o mês anterior e de 4,1% em comparação com o mesmo período do ano passado.

No comércio varejista ampliado, que inclui Veículos, motos, partes e peças e Material de construção, o volume de vendas em janeiro de 2021 também apresentou avanço de 2,1%, diante de uma queda de -1,1% em janeiro. O índice da receita nominal avançou 2,4% em fevereiro de 2021 e em comparação com o mesmo mês do ano anterior, teve um aumento de 9,1%.

Em âmbito nacional, no mês de fevereiro, cinco das oito atividades do varejo recuaram frente fevereiro de 2020

Na comparação com fevereiro de 2020, o comércio varejista teve queda de 3,8%, com taxas negativas em cinco das oito atividades. Com maior impacto (-2,2 p.p), o setor de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo recuou 4,6% frente a fevereiro de 2020, invertendo o movimento dos dois meses anteriores. No primeiro bimestre de 2021, o segmento caiu 0,6% frente ao mesmo bimestre de 2020. Tecidos, vestuário e calçados teve queda de 18,6%, registrando 12 meses consecutivos de taxas negativas na comparação interanual. O setor foi o segundo em termos de influência, com impacto de -1,3 p.p. na taxa geral. O acumulado para os dois primeiros meses do ano ficou em -19,9%. Já o indicador acumulado nos últimos 12 meses, ao passar de -24,2% até janeiro para -25,4% em fevereiro, demonstra intensificação no ritmo de queda.

O segmento de Combustíveis e lubrificantes apresentou decréscimo de 10,4% no volume de vendas em relação a fevereiro de 2020, décimo segundo mês consecutivo de queda. Com isso, tanto o primeiro bimestre de 2021 quanto o acumulado nos últimos 12 meses permaneceram no campo negativo: -9,1% e -11,1%, respectivamente. O volume de vendas da atividade de Livros, jornais, revistas e papelaria recuou 41,0%, contabilizando 13 meses de quedas consecutivas.

Vendas crescem em 19 unidades da federação na comparação com janeiro

De janeiro para fevereiro de 2021, na série com ajuste sazonal, a taxa média nacional de vendas do comércio varejista cresceu 0,6%, com predomínio de resultados positivos em 19 das 27 unidades da federação, com destaque para Amazonas (14,2%), Rondônia (11,5%) e Piauí (8,3%). Por outro lado, influenciando negativamente, estão oito UFs, sendo as principais, em termos de magnitude Acre (-12,9%), Tocantins (-4,4%) e Distrito Federal (-2,1%). Sergipe teve o terceiro melhor resultado na região Nordeste, atrás do Piauí (8,3%) e Pernambuco (3,2%).

Fonte: IBGE/SE

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