Em outubro, crédito para pessoas jurídicas em Sergipe cresceu 2,5%

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As operações compreendem: empréstimo, financiamento, adiantamento e arrendamento mercantil, concedidas pelas instituições integrantes do Sistema Financeiro Nacional (SFN) que atuam no estado. (Foto: NIE/FIES)

Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados do Banco Central, revelou que o saldo total das operações de crédito em Sergipe somou
R$ 21 bilhões, em outubro deste ano.

As operações compreendem: empréstimo, financiamento, adiantamento e arrendamento mercantil, concedidas pelas instituições integrantes do Sistema Financeiro Nacional (SFN) que atuam no estado.

Em termos comparativos, o volume de crédito concedido apresentou crescimento de 1,7% em relação ao mês anterior, setembro último. Já na comparação com outubro do ano passado, observou-se aumento nominal de 8,4%.

Distribuição do crédito em outubro/2020 

Do montante total de crédito concedido no mês em análise, aproximadamente R$ 16,3 bilhões foram destinados para as pessoas físicas, assinalando aumento nominal de 6,2%, no comparativo com o mesmo mês de 2019. Essa soma representa 77,3% do total de créditos concedidos no período. Quando comparado com o mês imediatamente anterior (setembro/2020), observou-se acréscimo de 1,5%.

Para as pessoas jurídicas, a tomada de crédito ficou em aproximadamente R$ 4,8 bilhões, abrangendo 22,7% do saldo total. Em termos relativos, observou-se aumento de 2,5%, em relação a setembro último. Já no comparativo com outubro de 2019, registrou-se crescimento nominal de 16,5%.

Taxa de Inadimplência em outubro/2020 

No mês em análise, a taxa de inadimplência foi de 2,9% do total das operações de crédito, apresentando redução de 0,1 pontos percentuais na comparação com setembro último.

Para pessoas físicas, a inadimplência registrada foi de 3,0%, enquanto nas operações de crédito para pessoas jurídicas a taxa foi de 2,5%.

Fonte: NIE/FIES

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