Empresa defende simulador de direção veicular

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Autoescola obrigada a usar simulador (Foto: Arquivo Portal Infonet)

Com a postura dos donos de autoescolas em questionar a nova legislação que estabelece que obriga os centros de formação de condutores de veículos automotores a utilizarem simulador de direção veicular durante as aulas práticas, um dos fornecedores do equipamento enviou e-mail para o Portal Infonet defendendo o equipamento como instrumento pedagógico que contribui para a formação do motorista por simular situações nas quais os alunos não podem passar durante as aulas práticas, citando como exemplo direção sob neblina, na serra, na chuva e efeitos do álcool no organismo humano.

Em nota, a assessoria de imprensa da empresa Prosimulador destaca que a resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) estabelece que “entre as 20 aulas restantes, os alunos podem optar, facultativamente, por realizar mais três noturnas no equipamento”. Na ótica da empresa, conforme a nota, “os diferenciais pedagógicos do simulador são expressivos para os alunos”. Na nota, a empresa explica que opera em regime de comodato e garante que os Centros de Formação de Condutores não terão custos adicionais para a adquirir o equipamento. “Este valor é, em média, 50% inferior àquele já pago pelo aluno”, esclarece a nota, contrapondo-se à informação do presidente do Sindicado dos Proprietários de Autoescolas e Centro de Formação do Estado de Sergipe (Sinpase), José Alberto Santos Silva, de que o novo modelo exige investimentos na ordem de  R$ 44 mil, além de pagamento de taxa mensal de R$ 2.551,50 para o pacote mínimo que permite a utilização do sistema operacional.

A empresa garante que as autoescolas terão economia. “A utilização do simulador de direção tem, inclusive, o potencial de reduzir os custos das autoescolas, visto que evita os investimentos em combustíveis e manutenção veicular, mantém alunos e instrutores em segurança, num local fechado, proporciona parte das aulas noturnas no aparelho, evitando, assim, os gastos com adicionais noturnos aos instrutores”, diz a nota enviada pela empresa.

Por Cássia Santana

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