Empresas sergipanas investem em energias renováveis

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Empresas nascidas em incubadoras instaladas no Sergipe Parque Tecnológico-SergipeTec, que investem em pesquisas e desenvolvimento de novos produtos como o gás e energia eólica, estarão expondo seus produtos e serviços durante o XVIII Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas. O evento acontece no Centro de Convenções de Sergipe, em Aracaju, de 22 a 26 de setembro, e conta com o apoio do governo do Estado através da Secretaria do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (Sedetec).


A Tecnogás é um exemplo. Está há 12 anos no mercado de criação de projetos e serviços na área de gás. A empresa também oferece assessoria para implantação de sistemas de gestão de segurança, meio-ambiente e saúde ocupacional.


Segundo Ana Mendonça, diretora executiva, a empresa tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento sustentável com responsabilidade social e respeito ao meio ambiente. “Sobretudo, porque o gás é uma forma de energia limpa, não poluente e de queima uniforme, mais barata e que tem sido cada vez mais utilizada, visando a melhoria dos padrões ambientais e qualidade de vida”, acrescenta.


Uma das atividades oferecidas pela Tecnogás com grande abrangência do mercado é o desenvolvimento de Projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). A empresa vem promovendo ações que possibilitam a construção de uma cadeia de produção dinâmica, com sua funcionalidade determinada pela eficiência e competitividade de cada um dos elos que a constituem. Atualmente, fazem parte dessa rede aproximadamente 32 organizações entre parceiros e clientes.


Desde 2005, a Tecnogás criou um braço de pesquisa no Parque Tecnológico de Sergipe por meio de outra empresa, a Energen (Energias Renováveis), com o objetivo de desenvolver produtos originários da energia eólica. Para Ana Mendonça, o apoio do SergipeTec foi fundamental, uma vez que concedeu suporte à infra-estrutura física, ao apoio de técnicos especializados e ainda promoveu a inserção do empreendimento na cadeia de energia do Estado. “Esse papel das incubadoras é importante para a criação de novos negócios, pois estas entidades nos ajudam na aproximação com o mercado e investidores, além de promover o intercâmbio cientifico”, destaca.

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