Fábrica Brasileira de Software é inaugurada

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Empresa fica no Sergipe ParqTec e tem como ferramenta principal o iWorkplace
Sergipe ganhou na tarde desta sexta-feira, 9, a primeira empresa de desenvolvimento customizado de software em plataforma Java. A Fábrica Brasileira de Software, inaugurada nesta tarde, começa gerando 20 empregos diretos, com meta de crescimento de até 100% até janeiro de 2010.

Instalada no Sergipe ParqTec, o ritmo de trabalho, de acordo com um dos sócios, Leonardo Barbosa, vai fazer jus ao nome, produzindo como uma verdadeira fábrica. A ferramenta escolhida pela empresa para o desenvolvimento dos seus produtos foi o iWorkplace, desenvolvido pela equipe de programadores da Infonet.

Leonardo diz que empresa trabalhará conforme o modelo de fábrica
“Fizemos essa escolha porque ela se une ao nosso diferencial, que é a tecnologia de ponta proporcionada pelos melhores equipamentos. A Infonet tem um nome forte no mercado e trabalha com Java quando a plataforma ainda era incipiente”, explica Barbosa.

Segundo ele, o iWorkplace obteve os melhores resultados entre as pesquisas feitas com empresas sergipanas e de algumas partes do país. “Para se adequar ao nosso objetivo, foi a ferramenta que mais se destacou. Ela tem uma facilidade grande de integração”, acrescenta.

Joélio diz que Sergipe ParqTec é o melhor lugar para empresas do tipo
Já o gerente de projetos André Oliveira, destaca outros pontos. “Nossa seleção teve como principal ponto obter uma ferramenta que desenvolvesse software com qualidade e rapidez. O iWorkplace é o que  temos de mais novo em tecnologia, possui o código-fonte aberto e facilidade de implementação”, ressalta.

Joélio Rocha, também sócio as Fábrica de Software, conta que o mercado sergipano está maduro para receber empreendimentos desse tipo. Segundo ele, isso é refletido pelo Sergipe ParqTec, que se tornou um importante celeiro da tecnologia em Sergipe.

“Nós já temos outras empresas dessa área e decidimos nos juntar para montar essa nova. Decidimos sediá-la aqui porque, hoje, quem está fora do Parque Tecnológico, está à margem do mercado. Aqui há uma sinergia grande entre empresas, que também serão nossos clientes”, afirma.

Por Diógenes de Souza e Glauco Vinícius

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