Feira de orgânicos é opção para alimentação saudável

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Consumidores dizem que frutas orgânicas têm preço relativamente (Foto: Portal Infonet)

Juliana gosta do sabor apurado das frutas orgânicas

Nessa quinta-feira, 28, quem acordou cedo e foi à Secretaria de Estado da Mulher, da Inclusão e Assistência Social, do trabalho, dos Direitos Humanos e Juventude (SEIDH), na rua Santa Luzia, em Aracaju, pôde comprar produtos saudáveis e ainda fortalecer a agricultura familiar. Na feira da Agricultura Familiar, promovida pelo Departamento de Segurança Alimentar (Dsan), foi possível encontrar produtos orgânicos e testes rápidos de saúde para comemorar os cinco anos da ação.

A gestora de escola, Juliana Cabral, 38, saiu cheia de sacolas e ainda disse que tinha comprado pouco. “Lá em casa ainda tem legumes da última vez que vim, mas preferi vir comprar mais”, diz. De acordo com ela, os preços dos produtos são relativamente iguais aos que tem agrotóxicos e que, por isso, vale à pena ir até lá. “Quanto menos veneno, melhor. E o sabor dessas verduras e frutas orgânicas são diferentes. É mais apurado, e além de tudo, muito mais saudáveis”, ressalta.

Na feira, é possível encontrar maços de folhas para salada entre R$ 1 e R$ 3, coco de R$ 2 e pimentões a R$1 a unidade, além da dúzia de banana ser vendida a R$ 4 e os ovos de capoeira entre R$ 7 e 9.

Vendedora participa da feira desde a primeira edição

Segundo a vendedora Elida Rosa Vieira, todos os produtos de sua barraca são produzidos em seu sítio, em Rio das Pedras, município de Areia Branca. “Já vendo aqui desde a primeira feira, que aconteceu há cinco anos. Daqui, eu tiro minha renda e complemento com a do meu marido. Lá em casa, somos sete e eu não pretendo parar de vender meus produtos tão cedo”, diz. “Nessa banca aqui são sete produtores e, por feira, conseguimos tirar entre R$ 1000 e R$ 1200”, revela a comerciante.

De acordo com a diretora do Dsan, Lucileide Rodrigues, 23 famílias participam da feira, vendendo cerca de 450 kg de alimentos orgânicos a cada edição, com renda direta. “Eles plantam e vendem, sem precisar de intermediadores. Os produtos são avaliados pela organização de controle social para verificar a qualidade do produto e se ele está livre de agrotóxicos”.

Ainda segundo a diretora do Dsan, as feiras acontecem quatro vezes por mês: “Às quintas, a cada 15 dias, a feira acontece aqui na Seidh; na 1ª sexta-feira do mês acontece na Secretaria de Estado da Educação, a SEED, e, na última sexta do mês, acontece na Secretaria de Estado da Inclusão Assistência e do Desenvolvimento Social (Seides).

Nessa edição, comemorativa aos cinco anos de realização da feira, foram realizados 75 exames rápidos, entre testes de glicemia e aferição de pressão arterial.

Por Jéssica França

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