FIES e IEL/SE sediaram o workshop ‘Por Dentro da Indústria’

A primeira palestra foi apresentada pelo economista e superintendente do IEL/SE, Rodrigo Rocha (Foto: FIES)

A Federação das Indústrias de Sergipe (FIES) e o Instituto Euvaldo Lodi (IEL/SE), em parceria com a GA Ambiental, realizaram no dia 5, o Workshop “Por dentro da indústria”, com palestrantes da área de Economia e Política Ambiental. Com 120 inscritos, o Workshop levou informação de qualidade de forma gratuita pela instituição. Estavam presentes personalidades da indústria, economista, advogados e gestores ambientais.

A primeira palestra foi apresentada pelo economista e superintendente do IEL/SE, Rodrigo Rocha, que abordou a competitividade e produtividade na indústria, enfatizando principalmente a importância da inovação nas empresas. “Inovar é preciso, é quem vai definir o futuro de pessoas, carreiras e de empresas. Sempre tivemos inovação na história da economia. O grande problema é que estamos acelerando em uma velocidade que as pessoas não estão acompanhando. O grande desafio é enxergar essa velocidade e conviver dentro desse ambiente”, explicou o economista.

Em seguida, foi a vez de Gabriela Almeida, gestora ambiental da GA Ambiental, que demonstrou exemplos concretos de empresas que falham na hora de adotar, de fato, uma política ambiental com medidas de sustentabilidade que também são econômicas. De acordo com Gabriela, o que é fundamental na indústria é conseguir reduzir custos, mantendo a integridade, a segurança e a qualidade ambiental do seu negócio.

Iniciando os debates na seara tributária, a advogada Laura Figueiredo, consultora na XP Group, explanou um pouco sobre recuperação tributária. A advogada afirmou que, em termos de recuperação tributária, o Sul e Sudeste tem um histórico de grande competitividade, uma vez que as empresas estão mais antenadas, ligadas a uma boa gestão tributária. “Por outro lado, nos últimos cinco anos, principalmente pós-pandemia, o Nordeste começou a subir consideravelmente seu índice de recuperação tributária no auge das empresas de Sul e Sudeste. Mas como que isso aconteceu? Pela dor. A pandemia forçou as empresas do nordeste a tomarem uma atitude em relação à recuperação tributária”, relatou com entusiasmo Laura.

O gerente-executivo de Economia da CNI, Mário Sérgio Telles, veio de Brasília para atualizar os presentes sobre a Reforma Tributária que está transitando no legislativo. “A grande vantagem da reforma é aumentar a competitividade da indústria brasileira. Por quê? Porque o sistema tributário agora é cheio de distorções que, na competição com a China e com outros países, a indústria brasileira perca. E a reforma ainda tem outros aspectos como, por exemplo: a população vai saber exatamente o que está pagando ao consumir determinado bem ou serviço, além do desenvolvimento regional”, constatou o especialista.

De forma muito rica e didática, o Workshop tratou de temas engajados com as necessidades da indústria nacional e sergipana. Para 2024, novos temas serão abordados em uma nova edição, que já começa a ser planejada pela Federação das Indústrias e seus parceiros.

Fonte: UNICOM/FIES

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