Finanças do Estado estão equilibradas, analisa Sindat

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Marcos Lima do Sindat (Fotos: Portal Infonet)
Na manhã desta sexta-feira, 5, o presidente do Sindicato dos Auditores Tributários do Estado de Sergipe (Sindat), Marcos Lima, reuniu a imprensa e apresentou o que foi considerada uma boa notícia para o Estado, principalmente para os servidores público. Segundo o presidente do Sindat, as finanças públicas e a economia em Sergipe estão equilibradas. Marcos Lima explicou que em relação à receita corrente e despesa de pessoal existe um equilíbrio com uma folga de R$ 83 milhões para atingir o limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Marcos Lima enfatizou que a receita corrente teve um crescimento de 15,19% no período de setembro de 2009 a agosto de 2010, isto levando em consideração o mesmo período do ano passado. O mesmo crescimento teve alta de 18,69% entre janeiro e agosto desse ano.

Com relação aos benefícios para os servidores, o presidente do Sindat ressalta que é preciso

Segundo o Sindat existe um equilíbrio com uma folga de R$83 milhões
manter o poder aquisitivo da categoria. “O governo deve fazer um cronograma para atender as demandas do serviço público e manter o poder aquisitivo do servidor porque quando o servidor passa a ganhar mais ele aumenta o poder do Estado”, refletiu.

Fazenda

O sindicalista também criticou o fato do cargo de secretário de Estado da Fazenda ser ocupado por alguém que não tenha conhecimento especifico da pasta. “A área da fazenda é muito técnica. Um secretário que não seja técnico vai levar cerca de dois anos para tomar pé da situação. Por isso, o critério para ocupar o cargo deveria ser conhecimento técnico”, esboça.

Juros

Ao falar sobre a taxa de juros do país, Marcos Lima, pontua que pagamos por uma das maiores

A receita também teve crescimento
do mundo. “Os juros são altos por uma questão política, falta vontade para equilibrar as taxas de juros. Existem forças que pressionam para manter os juros altos”, diz o sindicalista.

2011

Para o próximo ano Marcos Lima destaca que o governo tem que manter a mesa de negociação e estabelecer um cronograma para o servidor público. “A sociedade precisa cobrar do governo melhorias, restabelecendo a mesa de negociação e propondo um cronograma para o serviço público”, ressalta.

Por Kátia Susanna

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