Gás Natural Veicular mais pesado no bolso

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GNV já não é mais uma boa opção, dizem os consumidores
Dos pouco mais de 270 mil automóveis existentes no Estado (dados de março apurados pelo Detran/SE), pouco mais de 16 mil automóveis circulam na capital à base do Gás Natural Veicular, o GNV. A busca por essa opção de combustível deve-se pelos constantes aumentos nas outras opções, como o álcool e a gasolina. Mas, desde a última quarta, 2, os consumidores do GNV concluíram que o percentual de reajuste indicado pela Petrobras, em 20,4% é um “absurdo”.

O que antes o consumidor pagava numa média por metro cúbico, R$ 1,31, ele terá que pagar R$ 1,51, num aumento de 15,1%. Esse valor, reajustado pela Sergipe Gás S.A. (Sergas), será percebido pelos consumidores a partir desta quinta-feira, 3. “Esse mudança no preço é somente um repasse, não há qualquer mudança entre as distribuidoras”, é o que afirma o diretor técnico e comercial da Sergas, Antonio Carlos Mesquita Dórea.

“Já estou trocando para um carro de combustível. A opção está se tornando completamente inviável. O cilindro do meu carro, que é de 17m³, gasta numa média de R$ 22 para encher. Com um reajuste desse nível todos nós que necessitamos do Gás iremos aderir novamente ao álcool”, é o que reclama o motorista de táxi, Alberto Vilanova.

De acordo com Antonio Dórea, a opção pelo GNV é mais lucrativa. “Cálculos apontam que há uma economia de 40,4% do Gás para o álcool. Já em relação à gasolina, o consumidor terá uma contenção de 47,2% no bolso. Ele terá permanência de economia em pouco mais de R$ 250”.

 

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