Grupo que comprou Azaleia garante novos investimentos em Sergipe

Dono da Dok fecha parceria com o Governo do Estado para manter produção em Sergipe (Foto: Marco Vieira/Secom)

A Dok Participações Societárias Ltda, que comprou a unidade fabril da Azaleia em Frei Paulo, garante manter a produção e ampliar os investimentos em Sergipe. A fábrica foi adquirida pelo montante de R$ 25 milhões e o grupo empresarial que a adquiriu está disposto a manter os postos de trabalho e a produção, com a pretensão de ampliar os negócios nestes próximos dois anos. Na tarde desta quinta-feira, 9, o empresário Paulo Henrique de Almeida, sócio-proprietário da Dok Participações Societárias Ltda, se reuniu com o governador Belivaldo Chagas (PSD) e bateu o martelo: “nenhum posto de trabalho será reduzido e a unidade manterá a produção regular na unidade fabril de Frei Paulo”.

Ao Portal Infonet, o empresário garantiu que todos os incentivos fiscais que foram disponibilizados pelo Governo do Estado ao grupo da Azaleia, até o ano de 2029, foram mantidos, sem alterações. Com estes entendimentos, o grupo pretende iniciar o plano de negócios visando definir as estratégias de atuação para a produção nos próximos dois anos. E virão novos investimentos, segundo o empresário Paulo Henrique. “De cara, já vamos investir no parque fabril de injeção de solados [para calçados], já estamos iniciando a estruturação”, revelou Paulo Henrique, em conversa com o Portal Infonet.

O valor desses investimentos ainda não foram calculados. O empresário assegura que manterá os 962 funcionários e deverá promover novas admissões em curto prazo, após fazer remanejamentos internos da atual equipe. “Não vou precisar números, mas com certeza haverá necessidade de novas contratações”, enaltece o empresário.

Nesse momento de transição, a unidade permanecerá produzindo calçados Vulcabras e, posteriormente, a partir de 2021, passará a produzir as marcas e modelos da DOK: Ize e Up. Além, conforme enalteceu o empresário, de ampliar a produção de outras marcas destinadas a clientes que possuem licença. “O trabalho tende a ser mais forte”, ressaltou, explicando que a unidade passará pelo processo de transição de forma gradativa até o final deste ano para iniciar efetivamente a fabricação de produtos próprios. “Só vamos avançar no Estado”, garante o empresário.

por Cassia Santana

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