Imobiliárias comemoram vendas no Feirão Caixa da Casa Própria

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(Fotos: Andréa Cerqueira/Portal Infonet)

Para comemorar o sucesso do 7º Feirão Caixa da Casa Própria e Fest Imóveis, realizado entre os dias 12 a 15 de maio deste ano, os organizadores do evento promoveram um café da manhã nesta terça-feira, 7, no hotel Mercure, na Orla de Atalaia. Ao todo 1.011 unidades habitacionais foram comercializadas, gerando um valor que chegou a R$ 105 milhões. Porém, muitos dos negócios iniciados durante o evento foram concretizados posteriormente e esses números devem ser maiores.

De acordo com o superintendente da Caixa Econômica Federal em Sergipe, Luciano Pimentel, o feirão foi um grande sucesso. “Isso mostra o crescimento em relação ao ano anterior. Foram comercializadas 1.011 unidades habitacionais e agora estamos pedindo uma agenda com o secretário de Desenvolvimento Econômico para programar o feirão do próximo ano. Quem não teve a oportunidade de ir até o feirão e queira adquirir um imóvel, pode procurar as empresas imobiliárias”, destaca.

O superintendente da Caixa Economica, Luciano Pimentel

Segundo o representante dos empresários do setor imobiliário, César Silveira, os imóveis comercializados através do programa Minha Casa, Minha Vida foram os mais procurados.

“Em um momento em que outras economias do mundo sofrem recessão, a comercialização de imóveis triplicou e superou as expectativas aqui em Sergipe. O feirão é focado para imóveis que chegam a R$ 150 mil e no máximo R$ 180 mil, pois são os imóveis mais procurados para as famílias de classe média. 90% dos imóveis comercializados ainda estão na planta e a maioria opta por comprar através do programa Minha Casa, Minha Vida”, reforça.

O presidente do Conselho Regional de Corretores Imobiliários, Sérgio Sobral, comemorou a facilidade em vender diversas opções de empreendimentos em apenas um local.

O representante dos empresários, César Silveira

“Nenhum feirão em que seu estive no Brasil teve um sucesso tão grande como esse em Sergipe. É bom para o corretor que concentra as vendas em apenas um local e mostra a vitalidade de mercado sergipano. Hoje temos um déficit de oito milhões de moradias no Brasil, então nos próximos 10 anos com certeza o mercado deve continuar aquecido para suprir essa demanda”, afirma.

Por Bruno Antunes

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