Incubadoras: transformando sonhos em negócios

0

Seminário segue até dia 27
Atualmente, as empresas vinculadas a incubadoras no Brasil faturam, conjuntamente, R$ 1,9 bilhões por ano.  Esse é um dos dados trazidos pelo Balanço Anprotec 2007 sobre as incubadoras de todo o país. O assunto faz parte dos debates do XVIII Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas, que acontece em Aracaju até o dia 27.

De acordo com o presidente da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), Guilherme Ary Plonski, existem mais de 1.500 empresas ligadas a incubadoras que empregam cerca de 30 mil pessoas com alta

Guilherme Plonski, presidente da Anprotec
qualificação profissional. “Incubadoras são espaços para transformar idéias em  negócios”, define.

As empresas que iniciam nas incubadoras, segundo Plonski, de 80% a 90% das vezes continuam funcionando, sem abrir falência. “A finalidade é ajudar boas idéias a prosperar”, complementa. Para tanto, essas instituições nutrem com conhecimento e relacionamento as empresas iniciantes. “As incubadoras fornecem conhecimento de como acessar o mercado, como trabalhar em equipe, além de relacionamentos, para que ele bata à porta certa e, de preferência, que essa porta se abra”, esclarece.

Incubadoras

A diretora de Tecnologia do SergipeTec,  Ângela Souza, explica que o nome incubadora vem realmente da medicina. “Como um bebê que nasce e precisa ir para um ambiente protegido”,

Ângela Souza, diretora de Tecnologia do SergipeTec
compara. Esses ambientes existem para ajudar idéias inovadoras, como novos produtos, a entrarem no mercado como uma empresa competitiva e capaz de seguir com as próprias pernas.

Quando elas já conseguem andar sozinhas, entram em ação os parques tecnológicos. Ângela explica que os parques são centros de geração de conhecimento. No SergipeTec, por exemplo, estão presentes incubadoras, a Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica (Fapitec), além de empresas. “Nós temos um trabalho de santo casamenteiro. Aproximamos universidades, empresas e governos sempre buscando resultados positivos para o Estado”, explica.`

Por Gabriela Amorim

Comentários

Nós usamos cookies para melhorar a sua experiência em nosso portal. Ao clicar em concordar, você estará de acordo com o uso conforme descrito em nossa Política de Privacidade. Concordar Leia mais